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:: ‘zika’

Vacina contra zika desenvolvida no Brasil pode evitar transmissão e proteger bebês

DA REDAÇÃO

Mosquitos Aedes Aegypti são vistos em tubo de ensaio em laboratório que estuda vacina contra zika (Foto: Valery Hache/AFP/Getty Images)

Experimentos com animais também revelaram outra possível sequela da doença: infertilidade nos machos

Uma vacina contra o vírus da zika em desenvolvimento pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), em Belém, mostrou ser capaz de prevenir a transmissão da doença e o contágio de filhotes durante a gestação em testes com animais. O imunizante é um dos que está em estágio mais avançado de desenvolvimento contra a doença, apontada como responsável por um surto de casos de microcefalia no país durante epidemia entre 2015 e 2016.

Os testes pré-clínicos da vacina foram realizados em camundongos e macacos simultaneamente no IEC, vinculado ao Ministério da Saúde, e em instituições nos EUA parceiras na pesquisa, e seus resultados foram relatados na edição desta semana do periódico científico “Nature Communications”. :: LEIA MAIS »

Ao viajar, deixe sua casa protegida contra o Aedes Aegypti

DA REDAÇÃO

Antes de dar a partida no carro para pegar a estrada, não se esqueça de tomar as precauções para que sua casa não seja uma usina de mosquitos.

Nas regiões Norte e Centro-Oeste, as larvas estão, principalmente, no lixo. No Nordeste e no Sul do Brasil, a concentração é em depósitos de água. E no Sudeste, a preocupação maior é dentro de casa.

Nesse calorão, basta uma viagem curta de uma família para as larvas virarem mosquito. Quanto maior a temperatura, menor o ciclo do mosquito, então, em vez de demorar dez dias para eclodir, vai demorar apenas cinco dias para o mosquito nascer.

Segundo os pesquisadores, os ovos podem sobreviver por mais de um ano em ambientes secos. Eles são pretinhos, do tamanho de grãos de areia. Quando entram em contato com a água, rapidamente dão origem às larvas. :: LEIA MAIS »

Fiocruz: epidemias de chikungunya e zika serão mais fortes em 2017

DA REDAÇÃO

Fiocruz – RJ

Ao participar do 2 º Seminário Dengue, Chikungunya e Zika: Desafios na Atenção à Saúde na Chikungunya, no auditório da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), em Manguinhos, no Rio, o diretor regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, disse que epidemias das doenças zika e chikungunya, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, serão ainda maiores no verão de 2016/2017 do que foram na última temporada.

Segundo o pesquisador, que é especialista em medicina tropical, o número de casos este ano já subiu significativamente em relação ao ano passado. “Em 2015, foram identificados 38 mil casos de zika e de chikunguya. Neste ano, o número subiu impressionantemente para 255 mil. Só o estado do Rio já teve mais de 15 mil casos da doença até o mês de outubro. Claro que durante os meses em que o calor foi menor e com menos chuvas, a velocidade da transmissão diminuiu, mas agora estamos prestes a entrar no verão. E com ele, voltam as altas temperaturas e as chuvas intensas, que são condições mais do que ideais para a proliferação da doença. Como ainda não combatemos esses vírus da maneira adequada, uma epidemia ainda maior se anuncia para os próximos meses”, disse. :: LEIA MAIS »

Saiba, de uma vez por todas, as diferenças entre dengue, zika, chicungunya e gripe H1N1

DA REDAÇÃO

POR WOLMAR CARREGOZI*DSC_83 - Cópia

Para determinar as diferenças entre essas viroses o ideal é se fazer um diagnóstico por exclusão.

Apesar de já ser um tema bem desgastado, muitas pessoas ainda não conseguem entender o que está se passando em nosso país com relação às questões da saúde. Doenças aparecem a cada dia, como que surgidas do nada.

Bem, a verdade é que essas doenças não são novas, apenas reapareceram devido às condições favoráveis criadas pela própria população e pelos nossos administradores políticos que, ao longo do tempo, deixaram de tomar atitudes que, certamente, se tivessem sido adotadas no passado, hoje não estaríamos sofrendo as consequências de sua omissão.

Estamos falando de intensificação de pesquisas, investimentos em tecnologia científica, esclarecimento popular através de campanhas práticas e efetivas, etc.

Com o avanço da ciência e da tecnologia médica, bioquímica e farmacêutica a tendência é que testemunhemos ainda mais o aparecimento dessas “novas” doenças. Na realidade, de novo o que elas têm é apenas o diagnóstico, que antes não era fechado. :: LEIA MAIS »

Ministério da Saúde disponibiliza curso sobre o vírus Zika

DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

O Ministério da Saúde disponibilizou esta semana o curso “Zika: Abordagem Clínica na Atenção Básica” para capacitar profissionais de saúde sobre o vírus. As aulas abordam suspeita, notificação, investigação e diagnóstico do Zika.

Qualquer interessado pode ter acesso ao curso, porém ele é destinado principalmente para profissionais de saúde que trabalham diretamente com os pacientes. Nas primeiras 72 horas de inscrições foram feitas mais de 8 mil matrículas.

Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. Os protocolos adotados pelo Ministério da Saúde também serão temas ensinados.

As inscrições devem ser feitas pelo site da UNA-SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017. O material foi elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de Saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Os módulos abordados são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. O treinamento trabalha com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.

A mesma plataforma também oferta outras quatro opções de capacitação voltadas para o combate ao Aedes aegypti, bem como para a atenção às doenças transmitidas pelo vetor, além do Zika, dengue e chikungunya.

Colombianos encontram zika, dengue e chikungunya em um único paciente

DO G1

Homem que trabalha viajando foi atendido em hospital no norte do país. Apesar do receio de médicos, vítima se recuperou logo e não foi internada.

Um grupo de infectologistas colombianos registrou pela primeira vez a ocorrência simultânea de dengue, chikungunya e zika em uma mesma pessoa. É o primeiro caso relatado de coinfecção por três dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.

Conjuntivite em olho de paciente com zika, dengue e chikungunya (Foto: J. Infect. Public Health/divulgação) :: LEIA MAIS »

500 mil testes para zika, chikungunya e dengue serão encomendados pelo governo

DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Kits serão produzidos pela Fiocruz e permitirá acelerar os resultados e reduzir o custo dos exames para diagnóstico das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O Ministério da Saúde vai adquirir 500 mil testes nacionais de biologia molecular para a realização de diagnóstico de zika, chikungunya e dengue. O anúncio foi realizado pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, neste sábado (16), no Rio de Janeiro (RJ), durante a visita às instalações dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). :: LEIA MAIS »

Bahia tem mais 3 casos confirmados de Guillain-Barré e número chega a 53

DO G1 BA

A doença é rara com incidência estimada em uma pessoa para cada100.000. O portador apresenta dor nos membros inferiores seguida por fraqueza muscular progressiva de distribuição geralmente simétrica e distal que evolui para diminuição ou perda dos movimentos de maneira ascendente com flacidez dos músculos, impossibilitando a locomoção espontânea.

Balanço atualizado foi divulgado nesta sexta-feira (24) pelo governo baiano. Em 49 foram confirmadas doenças como dengue, zika ou chikungunya.

Mais três casos foram confirmados da Síndrome de Guillain-Barré na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o número passou de 50 para 53, em novo balanço, divulgado nesta sexta-feira (24). Ao todo, a Bahia tem ainda 115 notificações da doença.

A maior parte das confirmações está em Salvador, com 38 pacientes, Feira de Santana está em segundo, com três, e Valença tem dois. Segundo a Sesab, estes são os três municípios com o maior número de casos. Além deles, a Secretaria informou que, dos casos que ainda estão sendo investigados, em 24 a doença foi descartada.

O boletim atualizado apontou ainda que, dos 53 casos confirmados, em 49 há o histórico de doença exantemática, que pode ser dengue, zika ou chikungunya. :: LEIA MAIS »



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