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:: ‘vacina’

Vacina contra zika desenvolvida no Brasil pode evitar transmissão e proteger bebês

DA REDAÇÃO

Mosquitos Aedes Aegypti são vistos em tubo de ensaio em laboratório que estuda vacina contra zika (Foto: Valery Hache/AFP/Getty Images)

Experimentos com animais também revelaram outra possível sequela da doença: infertilidade nos machos

Uma vacina contra o vírus da zika em desenvolvimento pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), em Belém, mostrou ser capaz de prevenir a transmissão da doença e o contágio de filhotes durante a gestação em testes com animais. O imunizante é um dos que está em estágio mais avançado de desenvolvimento contra a doença, apontada como responsável por um surto de casos de microcefalia no país durante epidemia entre 2015 e 2016.

Os testes pré-clínicos da vacina foram realizados em camundongos e macacos simultaneamente no IEC, vinculado ao Ministério da Saúde, e em instituições nos EUA parceiras na pesquisa, e seus resultados foram relatados na edição desta semana do periódico científico “Nature Communications”. :: LEIA MAIS »

Instituto Butantan começa a testar vacina contra a dengue em todo o país

DA AGÊNCIA BRASIL

POR ELAINE PATRÍCIA CRUZvacina

Os testes da terceira e última etapa da vacina contra a dengue, que já vinham sendo feitos desde fevereiro com 1,2 mil voluntários recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), começaram a ser realizados também, nessa quinta-feira (23), com 1,2 mil voluntários na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no interior paulista.

O Hospital das Clínicas e a Famerp são dois dos 14 centros de estudo credenciados pelo Instituto Butantan – que desenvolve a vacina -, onde serão feitos os testes da terceira etapa do projeto. Esta fase envolverá 17 mil pessoas em 13 cidades, nas cinco regiões do país. Na próxima semana, segundo o instituto, um centro em Manaus (AM) e outro em Boa Vista (RO) também darão início aos trabalhos. :: LEIA MAIS »

HPV: Meninas devem procurar vacina nas Unidades Básicas de Saúde

DA REDAÇÃO

A vacina contra o Papilomavírus humano (HPV) continua disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A vacina é voltada para meninas com idade entre 9 e 11 anos, faz parte da rotina de vacinação e teve início em março deste ano. O HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e a vacina protege contra os principais tipos de vírus.

Ao todo, 70% dos casos de câncer de colo de útero são consequentes da infecção da mulher pelo HPV, que é uma doença sexualmente transmissível. A vacina é segura, eficaz e não possui contra indicações. Ela deve ser aplicada em três doses para surtir o efeito esperado. A segunda dose tem que ser aplicada seis meses após a primeira e a terceira cinco anos após a primeira. :: LEIA MAIS »

Casos de internação após vacinação contra HPV assustam mães e jovens

DO BOM DIA BRASIL

Em Bertioga, no litoral de São Paulo, 11 meninas passaram mal após tomar vacina. Três delas foram internadas com dores no corpo.

Muitas meninas e mães ficaram assustadas em várias cidades depois das notícias de que garotas vacinadas contra o HPV foram internadas no litoral de São Paulo.

O Ministério da Saúde e especialistas afirmam que a vacina é segura e necessária para prevenir o câncer. Os médicos lembram que essa vacina é usada nos Estados Unidos, que têm um sistema de controle de medicamentos que é um dos mais rígidos do mundo.
A expressão é de dor, mas Ágata foi ao posto de saúde consciente da importância de tomar a vacina. “Para me proteger”, diz a menina.

Mais de quatro milhões de meninas entre 11 e 13 anos em todo o Brasil tomaram a primeira dose da vacina que protege contra o HPV, o vírus que causa o câncer do colo do útero. Seis meses depois, elas estão sendo convocadas a tomar a segunda dose disponível no Sistema Único de Saúde. :: LEIA MAIS »

RS: três adolescentes têm reação adversa à vacina do HPV

DO TERRA SAÚDE

Três adolescentes do Rio Grande do Sul apresentaram reações adversas à aplicação da vacina do HPV. Os casos ocorrem em meio ao início de uma controversa campanha nacional do Ministério da Saúde que tem como alvo a imunização de meninas entre 11 e 13 anos.

Os casos foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul. Duas adolescentes de 13 anos de Porto Alegre tiveram uma crise anafilática após receberem a vacina no dia 24 de março; elas foram atendidas em uma unidade de saúde e foram liberadas no mesmo dia. :: LEIA MAIS »

Instituto Butantan entrega 1º lote da vacina contra HPV

DA AGÊNCIA BRASIL

A vacina contra HPV, inicialmente, será destinada a jovens adolescentes do sexo feminino.

O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira, 10, ao Ministério da Saúde o primeiro lote da vacina contra o papiloma vírus (HPV), que previne contra o câncer de colo de útero. São 4 milhões de doses que começarão a ser distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de março, informou o ministro Alexandre Padilha. O objetivo é vacinar este ano cerca de 5 milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade. Caberá a cada município definir a sua estratégia de vacinação.

“Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) [vacinar adolescentes maiores de 11 anos]. Ela demonstrou que, neste público, a vacina tem um efeito bastante protetor, não só para as meninas, mas também para os homens, porque reduz o número de mulheres com HPV. Como é um vírus transmitido sexualmente, ao reduzi-lo entre as mulheres, além de protegê-las, também reduz-se a transmissão para os homens”, disse Padilha, após participar de evento nesta tarde, no Instituto Butantan.

A vacina é resultado de uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório Merck Sharp & Dohme (MSD), atual produtor da vacina, que vai transferir a tecnologia para a produção nacional. O Ministério da Saúde investiu R$ 465 milhões na compra de 15 milhões de doses para este ano, quantidade suficiente para imunizar 5 milhões de pré-adolescentes. :: LEIA MAIS »

Hoje é o Dia Nacional da Saúde

DA REDAÇÃO

Durante o período que atuou na saúde pública no Brasil,o médico sanitarista Oswaldo Cruz lutou contra a febre amarela, a peste bubônica e a varíola.

No dia 5 de Agosto, o Brasil celebra o Dia Nacional da Saúde. Foi escolhida essa data em homenagem ao médico Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872.

Oswaldo Cruz ingressou na faculdade de medicina aos 15 anos, e quatros mais tarde, especializou-se em bacteriologia pelo Instituto Pasteur de Paris. Em 1903, foi nomeado Diretor-Geral de Saúde Pública, cargo equivalente a Ministro da Saúde. Durante o período que atuou na saúde pública, Oswaldo Cruz lutou contra a febre amarela, a peste bubônica e a varíola.

Sua gestão ficou conhecida por conta da Revolta da Vacina, ocorrida em 1904. A população manifestou-se contra a obrigatoriedade da vacina antivaríola, porém quatro anos depois devido à epidemia da doença, o povo foi em peso aos postos de saúde e reconheceu o valor do médico.

A data de seu aniversário, portanto, deve ser comemorada com atitudes saudáveis e conscientização política também, afinal, o governo é quem responde pela saúde pública e cuida de questões fundamentais para que a população viva em um ambiente adequado: com saneamento básico, coleta de lixo e manutenção de áreas verdes.

 

França testará vacina anti-Aids

DO DIÁRIO DO NORDESTE

Os pesquisadores lembram que o objetivo para os portadores do HIV é reforçar o sistema imunológico

Os voluntários vão receber, durante quatro meses, doses com porcentagens variáveis da vacina desenvolvida pela equipe do professor Erwann Lorett. Se o resultado for positivo, nesses casos, mais de 80 pacientes serão vacinados.

No próximo mês, quase 50 pacientes soropositivos voluntários do hospital de Marselha, no Sul da França, vão receber uma vacina que foi desenvolvida no país para o tratamento da Aids. A vacina que ainda está em estudo é pesquisada há mais de 15 anos. :: LEIA MAIS »

Hospitais terão vacina contra vício de cocaína em até 3 anos, prevê médico

DO BEM ESTAR

Vício de cocaína: vacina à vista

Injeção tem função terapêutica e não previne vício, mas ajuda a tratá-lo.Método também vai servir contra crack, diz pesquisador.

Uma vacina contra o vício em cocaína deve estar pronta para ser usada em hospitais em até três anos, disse em entrevista ao G1 um dos principais pesquisadores do projeto para desenvolver o produto nos Estados Unidos, o professor de psiquiatria da Universidade Baylor de Medicina, Thomas Kosten.

O tratamento tem função terapêutica e não “previne” o vício, mas fortalece o sistema imunológico do dependente e ajuda a combater o uso da droga, segundo o médico. “Ela [a vacina] ajuda a produzir anticorpos específicos contra a cocaína”, ressalta. :: LEIA MAIS »

Pesquisadores estudam vacina contra todas as gripes

DA AGÊNCIA ESTADO

Pesquisadores dos Estados Unidos, Holanda e Hong Kong podem ter achado um caminho para o desenvolvimento de uma vacina universal contra gripe. O almejado produto, se um dia vier a ser criado, poderia não somente imunizar contra todos os tipos de vírus que causam a doença como acabar com a necessidade, ao menos na teoria, de as pessoas terem de tomar uma dose de uma nova vacina todos os anos.

O grupo descreveu três anticorpos humanos que protegeram camundongos contra diferentes linhagens de influenza tipo B – um grupo de vírus bem menos letal que o tipo A (o da gripe suína) e, por isso mesmo, menos estudado. Mas ele merece atenção porque, de tempos em tempos, pode ser responsável por mais casos que o tipo A e ser mais grave em crianças. :: LEIA MAIS »

Fiocruz assina convênio para produzir vacina contra catapora

DA GAZETA DO POVO

Serão investidos R$ 127,3 milhões por ano com a nova vacina, que será incluída no calendário público infantil a partir de agosto de 2013

O Ministério da Saúde assinou na manhã deste sábado (4) um acordo para transferência de tecnologia entre a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) e o laboratório público Biomanguinhos (Fiocruz), visando a produção nacional de vacina contra a varicela – mais conhecida como catapora. :: LEIA MAIS »

Vacina contra dengue apresenta êxito durante realização de testes

DA REDAÇÃO

Hemorragia subcutânea grande provocada em membro superior de um paciente acometido por Dengue Hemorrágica

Durante uma bateria de teste, com mais de 4.000 pacientes na Tailândia, uma vacina experimental produzida pela empresa francesa do ramo farmacêutico Sanofí Pasteur mostrou eficiência contra três dos quatro tipos da dengue. A empresa informou que os experimentos mostraram que houve uma resposta imune para os quatro sorotipos, mas não foi possível ter uma decisão quanto à eficiência de um deles. Segundo a empresa, os experimentos mostraram que houve uma resposta imune para os quatro tipos, mas ainda não foi possível bater o martelo quanto à eficiência de um deles.

A fabricante francesa quer criar uma vacina que seja capaz de imunizar contra todas as cepas virais. Os testes com a imunização nesse sentido continuam sendo realizados, e há um estudo ainda maior, com cerca de 31 mil pessoas de vários países, em andamento. A nova vacina usa um vírus atenuado, mas ainda vivo. :: LEIA MAIS »



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