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:: ‘planos de saúde’

Ministério da Saúde quer planos de saúde mais acessíveis

DA REDAÇÃO

Ofício foi enviado à ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa que recebeu ofício do Ministério da Saúde com o encaminhamento de sugestões visando tornar a contratação de plano de saúde mais acessível à população.

ANS disponibiliza número de beneficiários de planos de saúde relativos a dezembro

Dados divulgados pela própria agência evidenciam que em um ano – comparando dados de dezembro de 2015 com dezembro de 2016 – o número de beneficiários em planos de assistência médica registrou queda de 2,8% (cerca de 1,4 milhão). :: LEIA MAIS »

Planos de saúde são obrigados a cobrir testes rápidos de dengue

DO G1

Foram acrescentados outros 20 procedimentos em relação à última lista. Obrigatoriedade começa a valer a partir deste sábado (2).

A partir deste sábado (2), os planos de saúde terão, obrigatoriamente, de cobrir 21 novos procedimentos, entre eles o teste rápido para dengue (o exame atualmente disponível demora 7 dias) e o teste para febre chikungunya. A lista foi divulgada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) no dia 28 de outubro de 2015.

A nova lista inclui também a ampliação do número de consultas com fonoaudiólogos, fisioterapeutas e psicoterapeutas. :: LEIA MAIS »

Com novas regras, planos de saúde não precisam pagar cesarianas agendadas

DA AGÊNCIA BRASIL

Planos de saúde não precisarão mais pagar por cesarianas agendadas

As novas regras de estímulo ao parto normal para os associados aos planos de saúde, divulgadas nesta semana, preveem que as operadoras não serão mais obrigadas a pagar por cesarianas desnecessárias.

Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) julgar que esta é a opção pela saúde da mulher e do bebê, movimentos feministas e o Conselho Federal de Medicina acham que a nova regra fere a autonomia da mulher na escolha do parto.

O diretor adjunto da diretoria de produtos da ANS, João Barroca, acredita que o direito à escolha deve ser relativizado diante do direito à saúde. “Ninguém vai contra a cesariana, desde que haja indicação do procedimento cirúrgico.

A opção é pelo direito à saúde”, defendeu Barroca. Para ele, aos poucos, a cultura do parto natural ganhará mais força no Brasil. As operadoras de plano de saúde apoiaram as novas regras. :: LEIA MAIS »

Ações judiciais ajudam a criar novas regras na saúde

DO ESTADÃO

Ações envolvem novos tratamentos, lentidão no atendimento e falta de transparência

A enxurrada de ações judiciais contra os planos privados e o governo indicam que há muito por resolver na saúde brasileira – tanto no âmbito público quanto no privado. Ações envolvendo custos elevados, novos tratamentos, lentidão no atendimento, falta de transparência e aumentos abusivos abarrotam os tribunais.

Grande parte das demandas judiciais impulsionam a incorporação de novos remédios à lista do SUS (Sistema Único de Saúde) e, volta e meia, políticas públicas inovadoras são adotadas. “A judicialização da saúde é uma clara indicação de que as pessoas querem soluções”, avalia José Reinaldo de Lima Lopes, professor de Direito da Fundação Getulio Vargas, especialista em direitos sociais. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde terão de custear remédios contra efeitos de quimioterapia

DO ESTADÃO Operadoras de saúde agora estão obrigadas a custear para seus usuários medicamentos para controlar efeitos colaterais de quimioterapia. A determinação, de efeito imediato, foi publicada nesta segunda-feira (12), pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A obrigação vale para oito grupo de medicamentos, que devem ser indicados de acordo com diretrizes, também publicadas na resolução da ANS.

A nova regra completa uma medida que entrou em vigor em janeiro deste ano, quando o tratamento de câncer com medicamentos via oral foi incluído no rol de procedimentos da ANS — lista com tratamentos, exames de diagnóstico, cirurgias e consultas que operadoras são obrigadas a garantir para seus clientes. De acordo com a ANS, a distribuição dos medicamentos indicados para efeitos colaterais ficará a critério das operadoras de saúde, uma lógica que já é adotada para fornecimento de remédios via oral para tratamento de câncer. A estratégia pode ser centralizada (com distribuição direta para paciente, feita pela própria operadora), por meio de farmácia conveniada ou por reembolso — o paciente compra o medicamento e depois recebe o ressarcimento da empresa. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde terão que substituir médicos

DO DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Médicos e hospitais que deixarem de atender pelo convênio terão que ser substituídos imediatamente pelos planos de saúde, de forma a garantir que não haja interrupção no tratamento dos pacientes.

É o que prevê o Projeto de Lei 6.964/10, aprovado ontem em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Caso não haja requerimento para votação em plenário, o projeto vai à sanção presidencial. O PL 6.964/10 já foi aprovado pelo Senado, onde foi apresentado pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-PA). :: LEIA MAIS »

Planos de saúde têm de divulgar qualificação da rede credenciada

DA AGÊNCIA BRASIL

A partir desta sexta-feira (21), as operadoras de planos de saúde têm obrigação de divulgar informações sobre a qualificação dos profissionais e dos serviços da rede credenciada. Se um médico tem especialização ou se um hospital tem algum tipo de certificado, por exemplo, o livro do convênio e a página da operadora na internet deverão ter o ícone relativo a esses atributos nas listas da rede prestadora de serviços de saúde.

A medida está prevista em uma resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que começa a valer nesta sexta-feira.

De acordo com a ANS, a medida visa a ampliar o poder de avaliação e de escolha dos beneficiários na hora de contratar um plano de saúde. A rede credenciada deve passar os dados de qualificação para a operadora, que divulgará a informação. Caso a empresa não siga as normas, poderá receber uma multa de até R$ 35 mil. As operadoras ficam responsáveis pela verificação dos dados repassados pela rede credenciada.úde

Sancionada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem medicamentos contra o câncer

DO ACESSEMED

No Diário Oficial desta quinta-feira (14) pudemos, finalmente, ver publicada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem despesas com medicamentos orais usados para tratamento domiciliar contra o câncer.

A medida já havia sido anunciada em forma de resolução normativa pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, em seguida, foi aprovada no Congresso. Conforme lista da ANS, os planos de saúde terão de assegurar aos seus clientes 37 medicamentos orais que são usados para 54 indicações de tratamento contra a doença.

O o presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), André Longo, negou impacto no preço dos planos individuais, familiares e coletivos. É esperar para ver!

Planos de saúde querem reajustar em mais de 530%

DE O TEMPO
POR JULIANA GONTIJO

 Pedido é para clientes coletivos, não regulados pela ANS

Operadoras de saúde chegam a pedir reajustes de até 538% para clientes de planos coletivos, segundo levantamento inédito do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Com base em ações judiciais interpostas na Justiça entre 2005 e 2013, a entidade constatou que o índice médio de reajuste deste tipo de contrato, que não é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), é de 82,21%. :: LEIA MAIS »

Planos de Saúde deverão justificar falta de atendimento aos usuários

DE O DOCUMENTO

As operadoras de planos de saúde que negarem autorização aos seus beneficiários para a realização de procedimentos médicos deverão fazer a comunicação por escrito, sempre que o beneficiário solicitar. A informação da negativa deverá ser em linguagem clara, indicando a cláusula contratual ou dispositivo legal que a justifique.

A medida foi publicada no dia 06 de março de 2013 no Diário Oficial da União, pela ANS na Resolução Normativa n. 319 e entrará em vigor a partir do dia 07 de maio, próxima terça-feira.

Para obter a negativa por escrito, o consumidor deverá fazer a solicitação por telefone e anotar o número do protocolo em que fez o pedido. A resposta por escrito poderá ser dada por correspondência ou por meio eletrônico, conforme escolha do beneficiário do plano, no prazo máximo de 48 horas a partir do pedido. :: LEIA MAIS »

Plano de saúde é obrigado a cobrir atendimento domiciliar para doença prevista no contrato

DO CORREIO DO BRASIL

Atendimento domiciliar por plano de saúde é obrigatório para doenças previstas no contrato

O ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reconheceu como abusiva a cláusula restritiva de direito que exclui do plano de saúde o custeio de serviço de home care (internação domiciliar), quando a doença está abrangida pelo contrato. A decisão beneficiou uma segurada de São Paulo e obriga a Amil Assistência Média Internacional a arcar com o tratamento especial.

A segurada ingressou com ação de obrigação de fazer e obteve sucesso em primeira instância. O juiz entendeu que a necessidade de acompanhamento da paciente no sistema de home care estava justificada por relatórios médicos, segundo os quais ela dependia de outra pessoa para todas as atividades básicas diárias. :: LEIA MAIS »

Médico poderá cobrar por trabalho de parto

DO EXAME.COM

Parecer do Conselho Federal de Medicina avalia que essa prática não fere a ética da profissão nem caracteriza dupla cobrança

Para garantir que o médico fique com a paciente de plano de saúde durante todo o trabalho de parto, poderá ser cobrado um valor extra ao do plano de sáude

Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu liberar a cobrança pelos médicos de acompanhamento do parto. Trata-se de um valor para garantir que o médico fique com a paciente de plano de saúde durante todo o trabalho de parto. :: LEIA MAIS »



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