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:: ‘oncologia’

Câncer de Pulmão: Consumo de cigarro é responsável por 90% dos casos da doença

DA REDAÇÃO

*Mariana Tosello Laloni é formada pela Faculdade de Medicina da PUC-Campinas (2000) Sua especialidade é oncologia clínica. Fez doutorado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP (2008). Além de atuar como médica oncologista, é também responsável pela qualidade do Centro Paulista de Oncologia (CPO).

O tabagismo é a maior causa evitável de tumores malignos em todo o mundo e está diretamente relacionado ao risco aumentado de surgimento de câncer de pulmão; oncologista explica principais sintomas de alerta e aborda os benefícios de parar de fumar

O tabagismo está na origem de 90% dos casos de câncer de pulmão e os fumantes têm cerca de 20 vezes mais risco de desenvolver a doença. Apesar destes dados não serem novidade, o Brasil ainda registra um elevado número de casos da doença entre fumantes. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o país soma 28.220 novos casos de tumores pulmonares ao ano.

A oncologista Mariana Laloni*, do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, diz que a maioria dos pacientes com câncer de pulmão apresenta sintomas relacionados ao próprio aparelho respiratório, tais como: tosse, falta de ar e dor no peito.

Outros sintomas inespecíficos também podem surgir, entre eles perda de peso e fraqueza. Em poucos casos, cerca de 15%, o tumor é diagnosticado por acaso, quando o paciente realiza exames por outros motivos. Por isso, a atenção aos primeiros sintomas é essencial para que seja realizado o diagnóstico precoce da doença.

Segundo a médica, existem dois tipos principais de câncer de pulmão: carcinoma de pequenas células e de não pequenas células. “O carcinoma de não pequenas células corresponde a 85% dos casos e se subdivide em carcinoma epidermoide, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células. O tipo mais comum no Brasil e no mundo é o adenocarcinoma e atinge 40% dos doentes”, destaca. :: LEIA MAIS »

Saiba quais são os quatro hábitos evitáveis que fazem aumentar os casos de câncer em jovens

DA REDAÇÃO

Especialista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas alerta sobre comportamentos nocivos à saúde que têm levado ao aumento na taxa de tumores entre adultos nascidos nos anos 1990

São Paulo, 18 de abril de 2017 – Estimativas apontam que a cada ano são feitos 12 milhões de diagnósticos de câncer no mundo. Se considerarmos apenas o Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), foram registrados em torno de 600 mil novos casos em 2016 – em 2015, eram 520 mil. Considerando total global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que uma grande parte dos casos estão relacionados ao nosso modo de vida. E mais: a entidade destaca a perigosa relação entre hábitos pouco saudáveis da nova geração e o aumento nos índices de tumores entre jovens com menos de 30 anos. :: LEIA MAIS »

Câncer de próstata é a neoplasia mais frequente no sexo masculino

DA REDAÇÃO

*Andrey Soares é oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas

Especialista explica que a idade é o principal fator de risco e que após os 50 anos a incidência é mais alta, em especial quando casos da doença na família podem se tornar um agravante para as próximas gerações; Entenda os sintomas e tratamentos indicados

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens – ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma –,chegando a 61.200 novos casos diagnosticados no país em 2016. Ao receberem o diagnóstico do câncer de próstata, muitos homens se questionam sobre as causas da doença e os possíveis tratamentos que podem ser seguidos. No começo, pelo fato dos sintomas serem silenciosos, o câncer de próstata é de difícil diagnóstico, já que a maioria dos pacientes apresentam indícios apenas nas fases mais avançadas da doença. :: LEIA MAIS »

SUS amplia a radioterapia

DE O DIA ONLINE

Governo Federal vai ampliar investimentos na radioterapia

Ministério da Saúde vai gastar R$ 505 milhões para oferecer o serviço em 80 hospitais

Rio – O Ministério da Saúde anunciou ontem que vai ampliar os serviços de radioterapia no País. A ação vai beneficiar 80 hospitais espalhados pelo Brasil que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento previsto é de R$ 505 milhões.

Em 48 unidades, o serviço será inaugurado. Nas outras 32, a capacidade de atender vai melhorar. A iniciativa vai aumentar em 32% a assistência aos pacientes com câncer. A previsão inicial é de 197 mil atendimentos por ano.

O radioterapeuta José Luiz Fuser Júnior, da Clínica São Carlos, no Humaitá, confirma que os serviços de radioterapia no Brasil não são suficientes para a demanda. “Contamos com 180 a 200 unidades radioterápicas no País. É muito pouco se você considerar que de 60% a 70% das pessoas com câncer vão precisar do tratamento”, diz.
Fuser afirma ainda que a necessidade no estado é grande. “A situação é dramática. O tempo médio de espera entre o diagnóstico e o início do tratamento é enorme”, diz.

Vão ser investidos R$ 325 milhões em infraestrututra. O restante do dinheiro será aplicado na compra de 80 aceleradores lineares. Cada um deles tem capacidade de realizar 600 atendimentos anuais. A ampliação do parque de equipamentos reduzirá em 59% o déficit dos serviços de radioterapia no Brasil.

Mas Fuser alerta que investir só em material vai solucionar o problema. “A falta de profissionais capacitados é outra dificuldade ”, afirma.

Medicamento para diabetes vira nova arma contra o câncer

DO DS

POR EDIMILSON MONTALTI

Metformina

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) testaram com sucesso uma nova via bioquímica para o tratamento do câncer.

O estudo associou a metformina, o principal medicamento utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, ao quimioterápico paclitaxel, droga utilizada em pacientes com câncer de mama e pulmão.

Nos estudos realizados in vitro e em cobaias, os pesquisadores conseguiram inibir o crescimento do tumor.

Esta associação representa um avanço na terapia-alvo e surge como nova linha de tratamento para os pacientes com câncer. :: LEIA MAIS »

FAPESP e Biolab lançam chamada para apoiar pesquisas

DA AGÊNCIA FAPESP

A FAPESP e a Biolab Farmacêutica lançam chamada de propostas de pesquisas no âmbito do acordo entre as instituições.

Pesquisadores do Estado de São Paulo poderão apresentar, até o dia 10 de junho, projetos com potencial para aumentar o conhecimento aplicável na prevenção e no tratamento de doenças crônicas ou degenerativas e também de alta incidência.

O objetivo é gerar resultados que possam ser aplicados no desenvolvimento de medicamentos inovadores e fomentar a pesquisa científica brasileira. FAPESP e Biolab destinarão até R$ 5 milhões, divididos igualmente entre as partes, para apoiar as propostas selecionadas.

Esta é a primeira vez que a FAPESP lança chamada pública para pesquisas em parceria com uma indústria farmacêutica na área de saúde humana.

A chamada apoiará pesquisas em oncologia – sobre tumores de difícil tratamento ou para os quais não existam medicamentos –, doenças degenerativas imunomoduladas e do sistema nervoso central, disfunções hormonais, diabetes e doenças provocadas por fungos, bactérias, protozoários ou vírus. :: LEIA MAIS »



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