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:: ‘mulher’

Corrimento com mau cheiro é sinal de doença

DA REDAÇÃO

POR WOLMAR CARREGOZI MIRANDA*

*Wolmar Carregozi Miranda é clínico geral, ginecologista, obstetra, médico do trabalho e auditor de Saúde e Segurança do Trabalho.

Ao contrário do que muitos pensam, o meio vaginal, estando livre de doenças, não apresenta mau cheiro. O odor exalado nas condições fisiológicas é classificado como sui generis (não pode ser comparado com nenhum outro odor) e, não é desagradável. É um cheiro peculiar que atrai o macho.

Odores desagradáveis podem ocorrer na ausência de doenças por conta acúmulo de urina e suores entremeados aos pelos púbicos, quando a mulher não faz depilação. Existe muita controvérsia sobre a necessidade de se manter os pelos pubianos. Algumas correntes de especialistas defende a opinião de que eles têm a função de proteger homens e mulheres da entrada de micro-organismos, como fungos e bactérias, que causam infecções nos órgãos reprodutivos. Ora, se são micro-organismos, que barreira os pelos púbicos ofereceriam?

Para desmistificar este conceito, preferimos a corrente que entende que não nascemos para usar roupa. Então, no caso dos povos que vivem sem roupa, como algumas tribos indígenas, os pelos pubianos, sem dúvida vão minimizar os efeitos da exposição dos órgãos genitais. Porém, como vivemos em ambiente hígido, protegidos por roupas íntimas e exteriores, os pelos púbicos perderam a sua função original. Corrimento vaginal (ou leucorreia) é o nome que damos à secreção de fluidos pela vagina. O corrimento vaginal pode ser algo completamente normal ou um sinal de doença ginecológica. O corrimento normalmente se origina na vagina e só se torna perceptível quando sai pelo orifício externo da mesma. Em alguns casos, o corrimento pode ter origem no colo do útero.
Todas as mulheres em idade reprodutiva podem ter um corrimento vaginal normal, chamado corrimento vaginal fisiológico. :: LEIA MAIS »

Porque tem aumentado a queda de cabelos nas mulheres?

DA REDAÇÃO

POR WOLMAR CARREGOZI*

*Wolmar Carregozi Miranda é clínico geral, ginecologista, obstetra e médico do trabalho. Auditor de Saúde e Segurança do Trabalho, Auditor de Sistemas de Saúde de Autogestão

O cartão de visitas de toda mulher é o cabelo. Ele revela o estilo, a personalidade, o modo de vida e a autoestima do público feminino. Assim, tudo que possa afetar a harmonia, o equilíbrio, o volume, o brilho e, principalmente, a presença dele é motivo de grande preocupação.

Nos últimos 10 anos tem ocorrido uma mudança no perfil dos pacientes que procuram tratamentos para quedas capilares. Antigamente, os homens eram os grandes preocupados com os efeitos estéticos e psicossociais relacionados à perda dos cabelos. Hoje, esta preocupação recai sobre as mulheres.

A queda de cabelos tem impactado tanto as mulheres, que elas já são maioria nos atendimentos médicos e de terapia capilar em clínicas especializadas. Paira a dúvida sobre os motivos que levaram a essa triste realidade.
Mudanças sociais, comportamentais e psíquicas, envolvendo a mulher, aconteceram ao longo das cinco últimas décadas. :: LEIA MAIS »

Conheça os sinais de alerta que denunciam doenças na área íntima feminina

DA REDAÇÃO

POR WOLMAR CARREGOZI*

Wolmar Carregozi Miranda é clínico geral, ginecologista, obstetra e médico do trabalho

*Wolmar Carregozi Miranda é clínico geral, ginecologista, obstetra e médico do trabalho

Menstruação e corrimento anormais são indicativos de problemas na área ginecológica

É muito importante que tenhamos conhecimento sobre o funcionamento normal do nosso organismo. isto ajuda a identificar quando algo não está correto.

Essa investigação, porém, para as mulheres pode representar grande dificuldade devido ao fato de os órgãos serem de difícil visualização, pelo tabu acerca de tocar e explorar a vagina, ou pelo nojo que muitas têm de lidar com secreções, menstruação e outras manifestações que possam mesmo ser consideradas normais.

Ao interessar-se em buscar informações e entender sobre a própria região íntima, a mulher consegue não só se aceitar melhor, como também diagnosticar precocemente uma série de doenças. Cada mulher tem um padrão menstrual, que inclui: variação de intervalo entre um sangramento e outro, intensidade e duração do fluxo. :: LEIA MAIS »

Terapia de reposição hormonal: conceitos e preconceitos

DA REDAÇÃO

POR ANA LÚCIA GADELHA FONTES*

Gadelha - CópiaO estudo WHI (Women’s Health Initiative), que provocou um verdadeiro “rebuliço” na vida das mulheres em terapia de reposição hormonal (TRH) ou daquelas que pretendiam faze-la, completa 10 anos. Nesse tempo muitas lições foram apreendidas. Acho ser essa uma boa hora para rever alguns conceitos e preconceitos sobre esse assunto.

Muitas mulheres sofrem com o climatério, período de mudanças hormonais na mulher que causa diversos sintomas, e que engloba a menopausa, que determina o final da vida reprodutiva da mulher.

Período muito conturbado e que traz, nos próximos anos, mudanças em praticamente todos os sistemas e aparelhos.

Além disso, aumenta o risco de doenças sérias como OSTEOPOROSE, INFARTO e, até mesmo, CÂNCER DE MAMA. Opa! Espere um momento. Vamos rever os fatos: CANCER ? Alguns podem se perguntar como a menopausa pode aumentar o risco de câncer se o próprio estudo WHI foi INTERROMPIDO pelo AUMENTO da incidência de câncer de mama nas mulheres em reposição hormonal. :: LEIA MAIS »

Tratamento aumenta sobrevivência a câncer do colo do útero

DA AGÊNCIA EFE

Um novo tratamento desenvolvido e testado em um hospital de Barcelona melhora a sobrevivência das pacientes com câncer de colo do útero e reduz 30% a taxa de mortalidade por esse tipo de tumor.

A oncologista ginecológica e coordenadora do estudo, Ana Oaknin, explicou à Agência Efe que os cientistas compararam “a eficácia do tratamento padrão baseado em quimioterapia com outro” ao qual acrescentaram “um novo agente, um anticorpo monoclonal, que inibe a angiogênese”, ou seja, a formação de novos vasos sanguíneos e o crescimento dos tumores. :: LEIA MAIS »

SUS recebe duas mulheres por hora vítimas de abuso

DA BBC BRASIL

Em 2012, mais de 18.000 mulheres deram entrada no sistema público de saúde apresentando indícios de terem sofrido violência sexual.

O SUS (Sistema Único de Saúde) recebeu em seus hospitais e clínicas uma média de duas mulheres por hora com sinais de violência sexual em 2012, segundo dados do Ministério da Saúde.

A constatação ocorre no momento em que a comunidade internacional discute na ONU a violência contra a mulher. O debate ocorre sob um clima de comoção após brutais estupros coletivos de jovens na Índia e na África do Sul desencadearem ondas de revolta social.

No Brasil, segundo o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) do Ministério da Saúde, um total de 18.007 mulheres deram entrada no sistema público de saúde em 2012 apresentando indícios de terem sofrido violência sexual. :: LEIA MAIS »

Cérebros de mulheres ansiosas trabalham mais do que o necessário

DO LIVE SCIENCE

Mulheres que se preocupam demais fazem seus cérebros trabalharem mais do que o necessário, mesmo durante tarefas fáceis. Os pesquisadores responsáveis pela descoberta (feita na Michigan State University) acreditam que o estudo feito por eles pode ajudar no diagnóstico e tratamento de distúrbios de ansiedade.

Mulheres têm probabilidades duas vezes maiores de sofrerem desse tipo de condição, e para entender as razões disso, cientistas mediram a atividade elétrica de cérebros de 79 universitárias e 70 universitários enquanto eles realizavam uma tarefa simples.

Os resultados do experimento mostraram que mulheres ansiosas tinham mais atividade elétrica nos seus cérebros durante a tarefa do que mulheres mais tranquilas. Já os homens ansiosos não apresentaram esse excesso. :: LEIA MAIS »

Mulheres usam mais ansiolíticos do que o ideal

DA AGÊNCIA FAPESP

A maioria das mulheres que usa ansiolíticos o faz com receita médica, mas, apesar de receberem acompanhamento especializado, não têm informações suficientes sobre os riscos que o uso prolongado desse tipo de droga pode trazer à saúde.

O estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), financiado pela FAPESP e publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva, entrevistou 33 mulheres com idades entre 18 e 60 anos para compreender os padrões de uso indevido de benzodiazepínicos.

Os benzodiazepínicos são medicamentos indicados no tratamento de quadros de ansiedade e insônia, sendo que seu uso por mais de quatro semanas não é recomendado devido ao risco de dependência. :: LEIA MAIS »

Algumas mulheres sentem-se nuas sem maquiagem

DA UPI

Pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que quase metade das mulheres norte-americanas tem sentimentos negativos sobre sua imagem quando não estão maquiadas e se consideram pouco atraentes.

A maquiagem começa a ser usada cedo, sendo que um quarto das entrevistadas afirmou ter se maquiado pela primeira vez aos 13 anos de idade ou ainda mais cedo.

O estudo, que envolveu 1.292 mulheres, foi uma iniciativa do Renfrew Center Foundation, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao tratamento de transtornos alimentares. Segundo Adrienne Ressler, diretor da fundação, a pesquisa indicou que 16% das entrevistadas disseram se sentir pouco atraentes quando não estavam maquiadas, 14% afirmaram se sentirem constrangidas e o mesmo número relataram se sentir nuas sem utilizar os produtos de beleza. :: LEIA MAIS »

Sexo forte: mulheres têm melhor sistema imunológico que homens

A mulher adoece menos, se preocupa mais com a saúde que o homem e é mais inclinada a seguir dietas e recomendações médicas rigorosamente. Resultado: existem mais viúvas do que viúvos

De acordo com pesquisa realizada na Universidade de Ghent, na Bélgica, as mulheres são mais resistentes às doenças do que os homens. Focando-se na análise do papel dos microRNAs codificados no cromossomo X, os cientistas descobriram que elas têm o sistema imunológico mais forte e são menos propensas a desenvolver câncer.

Os microRNAs são pequenas fitas de ácido ribonucleico que, juntamente com o DNA e as proteínas, constituem as três principais macromoléculas que são essenciais para todas as formas de vida conhecidas. O cromossomo X concentra 10% de todos os microRNAs detectados até agora no genoma. As funções de muitos deles são desconhecidas, mas dos conhecidos, muitos dos localizados no cromossomo X e têm funções importantes na imunidade e no controle do câncer.

“As estatísticas mostram que, nos humanos, assim como acontece com outros mamíferos, as fêmeas vivem mais do que os machos e são mais capazes de lutar contra episódios de choques, de infecção, sepse ou trauma”, explica o Dr. Claude Libert, um dos autores da pesquisa. :: LEIA MAIS »

Café diminui incidência de depressão entre mulheres

DO DS

Muito se discute se o café faz bem ou mal à saúde, mas o fato é que essa bebida tão tradicional no cardápio dos brasileiros tem se mostrado uma aliada na luta contra vários problemas. Agora, pesquisadores da Universidade de Havard, nos Estados Unidos, concluíram que o café ajuda a diminuir o risco de depressão em mulheres.

Analisando 50.739 mulheres ao longo de dez anos, o estudo mostrou que aquelas que consumiam dois ou mais copos de café por dia tinham menor risco de desenvolver depressão. Contudo, os resultados mostraram que o café descafeinado não surte o mesmo efeito. :: LEIA MAIS »

Homem não gosta de discutir relação desde criança, diz estudo

DA FOLHA ONLINE

Uma pesquisa feita pela Universidade do Missouri, EUA, ainda não publicada, revelou que desde cedo os homens não gostam de falar de problemas ou de sentimentos.

Segundo a pesquisadora Amanda Rose, uma das autoras do estudo, isso acontece porque eles acham que conversar sobre o assunto é perda de tempo.

De acordo com ela, o resultado é contrário ao senso comum, que diz que homens não discutem problemas por vergonha ou por medo de parecerem fracos.

A pesquisa envolveu cerca de 2.000 crianças e adolescentes, entre oito e 16 anos. Foram feitos questionários e discussões em grupo. :: LEIA MAIS »



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