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:: ‘medicamentos’

Saiba quais foram alguns dos grandes avanços da Medicina em 2015

DA BBC

James Gallagher
Editor de Saúde da BBC News

O ano de 2015 foi de grandes avanços na Medicina, entre eles a edição genética, o crescimento da imunoterapia e os primeiros passos rumo a um medicamento que pode reduzir a progressão doAlzheimer.

O feito, realizado na Universidade de Sun Yat-sen, em Guangdong, mostrou que é possível corrigir erros de DNA que levam a um transtorno sanguíneo conhecido como talassemia beta.
Também houve tentativas de criar mosquitos resistentes à malária e criar órgãos de porcos que possam ser usados em transplantes para humanos.

As técnicas têm gerado debates éticos sobre a criação de “bebês projetados” e seres humanos “geneticamente modificados”, mas as pesquisas tendem a continuar. :: LEIA MAIS »

Sancionada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem medicamentos contra o câncer

DO ACESSEMED

No Diário Oficial desta quinta-feira (14) pudemos, finalmente, ver publicada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem despesas com medicamentos orais usados para tratamento domiciliar contra o câncer.

A medida já havia sido anunciada em forma de resolução normativa pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, em seguida, foi aprovada no Congresso. Conforme lista da ANS, os planos de saúde terão de assegurar aos seus clientes 37 medicamentos orais que são usados para 54 indicações de tratamento contra a doença.

O o presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), André Longo, negou impacto no preço dos planos individuais, familiares e coletivos. É esperar para ver!

Confira aqui quais os medicamentos disponibilizados pela rede Farmácia Popular

DA REDAÇAO

Estes são os medicamentos disponibilizados pela rede Farmácia Popular do Brasil

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/rol_atual_fp1.pdf

Controle de preços barateou remédio em cerca de 35%, diz Anvisa

DO G1

Estudo analisa preço decidido na Câmara de Regulação entre 2004 e 2011.Governo costuma definir preços menores que os pedidos pelas empresas.

Os medicamentos custaram, em média, 35% a menos do que o pedido pelas indústrias farmacêuticas por conta da regulação de preços pelo governo, diz estudo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado nesta terça-feira (15).

A agência analisou os preços máximos estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) entre março de 2004 e dezembro de 2011, verificando 1.115 apresentações de 433 medicamentos. :: LEIA MAIS »

Agora remédios voltam a ser vendidos fora do balcão

DA AGÊNCIA BRASIL

POR PAULA LABOISSIÈRE

De acordo com a resolução, os remédios de venda livre devem ficar em área separada da de produtos como cosméticos e dietéticos e devem ser organizados por princípio ativo para permitir a fácil identificação pelos consumidores.

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autoriza a partir de hoje (27) a venda de medicamentos isentos de receita médica em gôndolas de farmácias e drogarias de todo o país, ficando ao alcance direto do consumidor. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

De acordo com a resolução, os remédios de venda livre devem ficar em área separada da de produtos como cosméticos e dietéticos e devem ser organizados por princípio ativo para permitir a fácil identificação pelos consumidores. :: LEIA MAIS »

Remédios poderão ser deduzidos do IR

DA BAND

As despesas com medicamentos de uso contínuo ou de alto custo poderão ser deduzidas do imposto de renda pago todo ano pelo contribuinte, de acordo com projeto de lei aprovado nesta quarta-feira pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado.

Os medicamentos de alto custo estão na faixa de 30% de três salários mínimos e são vendidos a valores mais baixos, subsidiados pelo governo. A matéria vai agora ser examinada pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).

O senador Armando Monteiro (PE) destacou que “a medida ajuda na subsistência das famílias que muitas vezes arcam com gastos elevados para manter a saúde, porque um determinado remédio pode não estar disponível para distribuição pelo governo”. Esses gastos poderão contar com a mesma faixa de desconto dado para recibos de atendimento por profissionais da área da saúde e nas despesas hospitalares. :: LEIA MAIS »

Medicamentos comuns são os maiores causadores de hospitalizações por efeitos adversos graves em idosos

DO NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE

Eventos adversos a medicamentos são importantes causas evitáveis de hospitalização em idosos. No entanto, dados representativos de eventos adversos a medicamentos que resultam em hospitalização dessa população têm sido limitados.

Pesquisadores da Emory University School of Medicine estimaram a frequência e as taxas de hospitalização após atendimentos de emergência por eventos adversos a medicamentos em idosos e avaliaram a contribuição de medicamentos específicos, incluindo aqueles identificados como de alto risco ou potencialmente inadequados. O estudo foi publicado na revista The New England Journal of Medicine. :: LEIA MAIS »

Pacientes de Alzheimer estão recebendo medicamentos com efeitos opostos

DO DS

POR REBECCA HUGHES

Medicamentos com efeitos opostos

Você não costuma pisar no freio do seu carro ao mesmo tempo em que pisa no acelerador, e, provavelmente, também não costuma usar café expresso para ajudar a engolir comprimidos para dormir.

Contudo, inúmeros pacientes estão recebendo receitas dos medicamentos mais comuns para a doença de Alzheimer – os inibidores da colinesterase – juntamente com medicamentos com propriedades anticolinérgicas, que têm efeitos opostos.

“Os inibidores da colinesterase são a terapia primária atualmente para retardar a doença de Alzheimer”, explica Denise Boudreau, do Group Health Research Institute, uma entidade de pesquisas médicas sem fins lucrativos, sediada nos Estados Unidos. :: LEIA MAIS »

Ministro defende flexibilizar patentes para universalizar acesso a medicamentos

DO ISAÚDE

Alexandre Padilha, defendeu a flexibilização das patentes dos medicamentos destinados às doenças crônicas não transmissíveis para que mais brasileiros tenham acesso aos tratamentos.

Alexandre Padilha acompanhou a presidente Dilma Rousseff na Reunião da ONU sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Nova York

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu hoje (19) a flexibilização das patentes dos medicamentos destinados às doenças crônicas não transmissíveis para que mais brasileiros tenham acesso aos tratamentos. Padilha se referiu a enfermidades como diabetes, câncer e hipertensão, entre outras. Segundo ele, foi a flexibidade das patentes que permitiu que hoje 200 mil pessoas com o vírus HIV tivessem acesso aos medicamentos.

Padilha acompanhou a presidenta Dilma Rousseff na Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis da ONU em Nova York. O ministro acrescentou que a adoção de uma espécie de banco de preços – comparando o valor cobrado por medicamentos estrangeiros e nacionais – levou o governo a economizar R$ 600 milhões. :: LEIA MAIS »

Oferta de medicamentos pelo SUS terá novas regras ainda este ano

DA AGÊNCIA SENADO

A inclusão de medicamentos e procedimentos terapêuticos entre os oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passará a seguir novas regras ainda este ano.

O objetivo é agilizar o acesso a tratamentos e reduzir as ações judiciais.

Atualmente, é comum que pacientes recorram à Justiça para obter medicamentos que não estão na lista do SUS, principalmente os de alto custo.

A mudança, introduzida pelo projeto de lei do Senado (PLS) 338/07, foi sancionada nesta quinta-feira (28) pela presidente Dilma Rousseff na forma da Lei 12.401/11.

A nova lei fixa prazo de 180 dias para a conclusão dos processos de incorporação de novos medicamentos, produtos e procedimentos na lista oferecida pelo SUS.

O prazo é prorrogável por 90 dias. As novas regras entram em vigor em seis meses. :: LEIA MAIS »

Oferta de medicamentos pelo SUS terá novas regras ainda este ano

DA AGÊNCIA SENADO

POR RODRIGO CHIA

A inclusão de medicamentos e procedimentos terapêuticos entre os oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passará a seguir novas regras ainda este ano. O objetivo é agilizar o acesso a tratamentos e reduzir as ações judiciais. Atualmente, é comum que pacientes recorram à Justiça para obter medicamentos que não estão na lista do SUS, principalmente os de alto custo.

A mudança, introduzida pelo projeto de lei do Senado (PLS) 338/07, foi sancionada nesta quinta-feira (28) pela presidente Dilma Rousseff na forma da Lei 12.401/11. A nova lei fixa prazo de 180 dias para a conclusão dos processos de incorporação de novos medicamentos, produtos e procedimentos na lista oferecida pelo SUS. O prazo é prorrogável por 90 dias. As novas regras entram em vigor em seis meses. :: LEIA MAIS »

20 mil remédios ficam até 6,01% mais caros amanhã

DO CORREIO DE UBERLÂNDIA

POR MARCELO CALFAT

Novos preços dos remédios devem vigorar até março de 2012

Os remédios com preço controlado pelo governo devem aumentar de 3,54% a 6,01% a partir de amanhã. As regras valem para cerca de 20 mil medicamentos como antibióticos e remédios de uso contínuo.

A resolução publicada no “Diário Oficial da União (DOU)” não define os porcentuais do reajuste para cada medicamento, mas destaca que os novos valores terão de ser mantidos até março de 2012. Os reajustes foram calculados a partir de resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e foram projetados de acordo com fatores como o IPCA do ano calculado pelo IBGE e produtividade das indústrias farmacêuticas. :: LEIA MAIS »



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