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:: ‘infarto’

Por que os brasileiros descuidam tanto do colesterol?

DA REDAÇÃO

As placas de colesterol, vão aos poucos obstruindo os vasos sanguíneos até provocarem uma isquemia (deficiência de aporte sanguíneo ao tecido-alvo)

Pesquisa da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostra que população desconhece as próprias taxas do tipo de gordura produzida no fígado. Cardiologista aponta que um dos motivos é a doença não ter sintoma

No Dia Mundial do Coração (29 de setembro) é natural que as pessoas sejam impactadas por campanhas que alertem sobre os riscos que o principal órgão do corpo humano está exposto. Porém, mesmo com fortes ações de conscientização, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 300 mil brasileiros morrem anualmente em decorrência de doenças cardiovasculares – causadas, muitas vezes, pelo colesterol ruim.

Segundo o levantamento ‘O que o Brasileiro Sabe sobre o Colesterol’, do Departamento de Aterosclerose da SBC, realizado no início de 2017 pelo Instituto Ipsos, 67% das pessoas não sabem quais são as suas taxas de colesterol atuais. O estudo contou com a participação de 850 entrevistados, maiores de 25 anos das cinco regiões do Brasil. :: LEIA MAIS »

Anti-hipertensivos para todos os pacientes?

DA REDAÇÃO

A hipertensão arterial tem sido a responsável por ceifar muitas vidas, principalmente de jovens, ou deixar pessoas sequeladas, inválidas, improdutivas e onerando suas famílias e a sociedade com os custos de suas necessidades especiais.

Trata-se de uma entidade clínica traiçoeira, que, a princípio não apresenta sintomas. Muitas pessoas acabam descobrindo que são portadoras de hipertensão arterial através de campanhas em praças públicas, nas empresas onde trabalham (durante a realização do exame periódico), ou de outras maneiras, quase sempre ocasionais.

Um relatório médico publicado recentemente pela Universidade de Oxford -EUA afirma que menos pessoas morreriam se os médicos lhes prescrevessem drogas anti-hipertensivas. Especialistas médicos analisaram os resultados provenientes de mais de 100.000 pacientes em duas décadas. :: LEIA MAIS »

Cardiologistas brasileiros estabelecem valores mais rígidos de colesterol ruim

DA REDAÇÃO

As placas de colesterol vão estreitando as paredes dos vasos sanguíneos, até causar obliteração total e, consequentemente infartos e AVCs.

Na prática, os exames agora vão indicar os valores de referência de acordo com o risco cardíaco dos pacientes. Para facilitar avaliação de médicos e o entendimento de pacientes sobre grupos de risco, sociedade brasileira lançou aplicativo gratuito

As altas taxas de colesterol na população levaram a novas mudanças nos parâmetros usados pelos médicos para medir o problema. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) alterou valores de referência para colesterol e triglicérides, fechando o cerco dos limites considerados ideais.

A mudança atinge principalmente o colesterol LDL, o “ruim”. Pacientes com risco cardíaco muito alto devem ter o índice abaixo de 50 miligramas por decilitro de sangue – antes, o ideal era de 70. Com a nova diretriz, o Brasil passa a ser o país mais rígido nesse parâmetro, segundo a SBC. :: LEIA MAIS »

Doença silenciosa pode ser fatal

DA REDAÇÃO

Dia Nacional de Combate ao Colesterol enfatiza importância de manter hábitos saudáveis para prevenir problema comum entre brasileiros

Controlar o nível de colesterol significa amenizar as chances ter problemas cardiovasculares, como infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral), principais causas de mortes no Brasil. Por isso, anualmente, há uma mobilização para este cuidado, com o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, comemorado no dia 8 de agosto.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 40% da população adulta no país possui níveis elevados de colesterol. O problema é causado por alimentação inadequada, com muita gordura ruim, estresse, tabagismo e sedentarismo. Além disso, pessoas que tenham histórico familiar com este problema devem ficar ainda mais atentas e cautelosas. :: LEIA MAIS »

Hoje é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão: Confira os alimentos que previnem a doença e quais devem ser evitados

DA REDAÇÃO

Hoje é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial. Anualmente, quase trezentas mil pessoas morrem no Brasil de doenças cardiovasculares e mais da metade dessas patologias são em virtude de pressão alta, de acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH).

A pesquisa Vigitel, divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde, indica aumento de 60% nos casos de obesidade nos últimos 10 anos. A maior incidência da obesidade, um dos fatores agravantes da pressão alta, contribui diretamente nos diagnósticos de hipertensão, que subiram 14% entre 2006 e 2016.

Ter atenção à uma alimentação balanceada é fundamental para quem quer prevenir a doença e, principalmente, para quem já é hipertenso. Excesso de sal nos alimentos, por exemplo, pode ser considerado um perigo para quem sofre de pressão alta.

O que deve ser observado na rotina alimentar para prevenção e cuidados com a hipertensão?

Devemos sempre ter em mente que nem tudo deve ser tão rígido, mas é preciso se alimentar com moderação e cuidado.

Cinco alimentos que ajudam no combate à hipertensão arterial:

Grãos integrais – Aveia, cereais, arroz em moderadas quantidades;

Carnes magras – Isto não significa excluir esta ou aquela carne mas dar preferência para carnes sem gordura, inclusive na forma do preparo optar pelos assados em vez de fritos;

Vegetais – Frescos de preferência e em grandes quantidades sem colocar sal;

Frutas – Boa quantidade de vitaminas e dão o doce necessário para a dieta, tirando as guloseimas e o açúcar do cardápio;

Nozes, castanhas e leguminosas – Feijões, ervilhas e as castanhas fornecem boa quantidade de gorduras boas e recomendadas ao corpo.

Cinco alimentos que devem ser evitados por hipertensos:

Sal – Principalmente o sal que não vemos, como aquele escondido em alimentos processados e industrializados: produtos enlatados, congelados e embutidos;

Molhos prontos – Por trás do sabor industrializado tem sódio nas preparações, não somente na sua forma de sal de cozinha mas em formas de conservantes e saborizantes;

Café – Infelizmente quem é hipertenso deve diminuir o consume de café devido à cafeína ser altamente excitatória do sistema nervosa central e isso contribuir para picos hipertensivos;

Açúcares simples – Presente em doces, refrigerantes, sucos industrializados – contribuem de forma direta ao aumento da obesidade que por sua vez precipita o aumento de pressão;

Álcool – Pode-se dizer que da forma que bebemos – em quantidades excessivas, ele faz muito mal à saúde levando a picos hipertensivos, alterações hepáticas e demais problemas ligados ao alcoolismo.

Previna doenças do coração controlando o colesterol

DA REDAÇÃO

A gordura vai se depositando nas paredes das artérias e veias até a oclusão parcial ou total podendo levar à morte

Preocupando-se com o colesterol você dá um grande passo para fugir de doenças que atacam o coração. Veja como controlar os níveis dessa gordura tão essencial para a saúde

O que é colesterol?

O colesterol é um tipo de gordura essencial para nosso organismo por ser a matéria-prima principal na produção de hormônios. Nós não existiríamos sem ela. A saber: 70% dessa substância é produzida pelo fígado e 30% entra em nosso corpo através de alguns alimentos. O doce em excesso, por exemplo, se transforma em gordura.

Vilão ou mocinho?

Os dois! Essa gordura pode ser dividida principalmente em HDL-colesterol (bom) e LDL-colesterol (ruim). Ambos circulam no corpo pela corrente sanguínea. O colesterol ruim tende a se prender nas paredes dos vasos e, com o tempo, bloqueá-los, aumentando chances de infarto e derrame. O colesterol bom repara o dano, “varrendo” de volta para o fígado o LDL-colesterol que ficou no caminho. “Por isso, o HDL-colesterol protege o coração, enquanto o ruim, quando em excesso, potencializa os riscos de doenças cardíacas”, diz a endocrinologista Ana Paula Ragonha. :: LEIA MAIS »

Uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco ignorou os sinais indicativos

DA REDAÇÃO

Estudo médico adverte para sinais ignorados antes de ataques cardíacos

Os primeiros sinais de alerta podem ter sido ignorados nos casos de uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco em hospitais ingleses, aponta um estudo. Todos os ataques cardíacos e mortes entre 2006 e 2010 foram analisados pelos cientistas.

Pesquisadores do Imperial College de Londres descobriram que 16% das pessoas que morreram tinham sido internadas nos 28 dias anteriores. Alguns tinham sinais de alerta como dor no peito.  :: LEIA MAIS »

Prevenindo as doenças cardiovasculares

DA REDAÇÃO

As doenças cardiovasculares adquiriram uma maior importância durante o século XX, com o aumento da expectativa de vida da população em geral. Por exemplo, nos Estados Unidos no ano de 1900, a expectativa de vida era de 47 anos; este número aumentou para 73 anos em 1999. E no Brasil, segundo o IBGE, quem nasceu no ano 2000, poderá esperar de ter uma vida média de 68,6 anos.

Por outro lado, a urbanização que aconteceu nos países desenvolvidos no século XX e que chegou ao Brasil, trouxe consigo alguns problemas, como uma menor atividade física, uma alteração nos hábitos alimentares com um maior consumo de gorduras, tabagismo e estresse. :: LEIA MAIS »

Divorciados têm maior tendência a sofrer ataques cardíacos, aponta estudo

DO BN SAÚDE

Uma pesquisa da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, descobriu que divórcio pode gerar mais problemas do que se imagina ao casal.

Publicado na revista Circulation, o estudo mostra que pessoas divorciadas têm uma maior tendência a ataques cardíacos. “Minha especulação é que o sofrimento psicológico leva a um constante estresse sobre o sistema imunológico, o que causa altos níveis de inflamação e aumento do estresse hormonal.

A função imune é alterada para pior e se isso continua por muitos anos é criado um problema fisiológico”, explicou uma das coordenadoras da pesquisa, Linda George. De acordo com a publicação, o divórcio pode aumentar em 24% a taxa de ataque do coração entre mulheres e em 10% entre os homens. Já para aqueles que passaram por mais de um divórcio, o risco sobe para 77% no caso das mulheres e 30% para homens.

Segundo o jornal O Globo, de 1992 a 2010 foram analisadas 15.827 pessoas. Ainda não há uma forma de minimizar os efeitos, a não ser o apoio de amigos.

Cuidar da saúde adequadamente requer atitude global

DA REDAÇÃO DO ACESSEMED.COM.BR

POR WOLMAR CARREGOZI*

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1,2 bilhões de pessoas, entre as quais 200 milhões de mulheres, sejam fumantes. O cigarro é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão, que este ano deverá causar cerca de 12 mil mortes.

Apesar destes índices, as pessoas, muitas vezes, não se dão conta de que estão cometendo erros crassos quando chegam ao consultório médico querendo fazer check-up, pois estão preocupadas com a saúde, porém, com um histórico de ingestão regular de alimentos gordurosos e até mesmo com um maço de cigarros no bolso. Alguns até se vangloriando por estarem fazendo caminhada ou frequentando alguma academia. Outros, dizem com orgulho que estão usando os anti-hipertensivos conforme foi indicado pelo médico. :: LEIA MAIS »

Síndrome do Coração Partido é pouco conhecida até entre os médicos

DO UOL SAÚDE

POR CÁRMEN GUARASEMIN

Pouco conhecida até entre médicos, a Síndrome do Coração Partido leva muita gente – especialmente mulheres a partir dos 55 anos – ao pronto-socorro com a certeza de estar sofrendo um infarto. O problema ocorre após uma pessoa passar por forte emoção, independente de ser positiva ou negativa.

Chamada oficialmente de cardiomiopatia de Takotsubo, a síndrome foi relatada pela primeira vez por médicos japoneses, no início dos anos 1990. Foi assim batizada graças à imagem do ventrículo esquerdo na sístole que, após o problema, se assemelhava a uma armadilha para capturar polvos (tako) em forma de pote (tsubo) muito comum no Japão. :: LEIA MAIS »

Perder o emprego após os 50 anos aumenta risco de ter infarto

DA FOLHA ONLINE

POR CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

Perder o emprego após os 50 anos aumenta o risco de a pessoa sofrer um infarto, especialmente no primeiro ano após a demissão, revela pesquisa publicada nesta semana no periódico “Archives of Internal Medicine”.

O risco é ainda maior se a experiência do desemprego se repetir: varia de 22% (primeira vez) a 63%, quando a pessoa já perdeu quatro ou mais empregos. Nesses casos, as chances de infartar são iguais às dos fumantes.

O estudo foi feito com 13.451 homens e mulheres entre 51 e 75 anos. No período entre 1992 e 2010, os pesquisadores entrevistaram os participantes a cada dois anos e registraram 1.000 infartos. :: LEIA MAIS »



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