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:: ‘hiv’

OMS: maioria que tem HIV não sabe da infecção

DA REDAÇÃO

Mais de 50% das pessoas infectadas pelo vírus da aids não sabem que estão contaminadas e 10 milhões em todo o mundo não têm acesso a remédios e tratamento. O alerta está em novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), que aponta para a necessidade de US$ 10 bilhões para garantir o tratamento a todos.

No mundo, 33,4 milhões de pessoas são portadoras do HIV, mas apenas um terço tem acesso a remédios. No Brasil, cerca de 250 mil não sabem que estão contaminadas. O País não integra o grupo de nações que garantiram acesso universal ao tratamento. :: LEIA MAIS »

Pós Carnaval: Quando devo fazer o exame para detectar o HIV?

DA REDAÇÃO

O carnaval acabou, mas o alerta do Ministério da Saúde para a prevenção contra as infecções sexualmente transmissíveis continua. Se você fez sexo sem camisinha ou compartilhou seringas nesse período deve saber que pode ter sido contaminado pela sífilis, gonorreia, hepatite B e pelo HIV – vírus causador da aids. Por essa razão, é importante fazer um check up para verificar como está a sua saúde.

No caso do HIV, por exemplo, os principais testes disponibilizados só conseguem detectar a infecção 30 dias após a exposição ao vírus. Isso porque o organismo precisa de um tempo para produzir a quantidade de anticorpos necessária para acusar no exame. Por isso, o teste de HIV deve ser feito depois desse prazo. Neste período, que chamamos de janela imunológica, não se exponha novamente ao vírus, tomando as medidas de proteção.

Entenda a Janela Imunológica

Janela imunológica é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção, caso ela tenha ocorrido. Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, há a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, é recomendado esperar mais 30 dias e fazer o teste novamente. O HIV pode ser transmitido durante a janela imunológica. É importante que, nessa fase, a pessoa sempre faça sexo com camisinha e não compartilhe instrumentos perfuro cortantes – como alicates e seringas. :: LEIA MAIS »

Número de brasileiros contaminados pela AIDS sobe nos últimos anos

DO G1

POR NATÁLIA FRUET

Em 2010, 700 mil brasileiros tinham Aids. No ano passado, eram 830 mil pessoas infectadas pelo vírus.aids

O número de brasileiros contaminados pela Aids subiu nos últimos anos. Em 2010, 700 mil brasileiros tinham Aids. No ano passado, eram 830 mil pessoas infectadas pelo vírus. Esse aumento vai na contramão de outros países.

Dez anos convivendo com o vírus HIV. Um homem, que tem vergonha de se identificar, descobriu a doença quando a mulher engravidou pela primeira vez: “Foi um choque tanto pra ela quanto pra mim. Nós tínhamos uma saúde perfeita. :: LEIA MAIS »

Anel vaginal reduz em 30% risco de infecção por HIV em mulheres

DO 24 HORAS NEWS

Um anel vaginal contendo um novo microbicida reduz em cerca de 30% o risco médio de infecção com o vírus da HIV nas mulheres – é o que mostram os resultados de dois testes clínicos publicados na segunda-feira (22) na revista científica “New England Journal of Medicine”.

Estes resultados dão uma nova esperança a inúmeras mulheres com alto risco de infecção que precisavam de mais opções para se proteger de maneira eficaz contra o HIV”

Estes anéis, inspirados nos utilizados para a contracepção ou tratamentos hormonais, contêm o antiviral experimental dapirivina, que se espalha gradualmente. Eles devem ser trocados a cada mês.

O uso destes anéis apresenta um interesse particular para as mulheres dos países em desenvolvimento, onde as taxas de infecção por HIV são elevadas, e onde as mulheres têm mais dificuldade para convencer o parceiro a usar o preservativo, explicou a microbiologista Zeda Rosenberg, que comanda o centro International Partnership for Microbicides (IPM), ao apresentar o resultado dos estudos.

Ao todo, 4.588 mulheres HIV-negativas com idades entre 18 e 45 anos do Malawi, da África do Sul, de Uganda e do Zimbábue participaram dos dois testes clínicos de fase 3 chamados “The Ring” e “Aspire”, entre 2012 e 2015.

As mulheres que usaram o anel vaginal reduziram o risco de infecção pelo vírus da Aids de 27% a 31% comparativamente àquelas que usaram um placebo, afirmou o IPM.

Mais eficaz em mulheres mais velhas

E os anéis se mostraram claramente mais eficazes nas mulheres com mais de 25 anos, entre as quais reduziram o risco de infecção em 61% no estudo Aspire e em 37% no estudo The Ring.

Esta diferença se explica pelo fato de que as mulheres mais velhas usam estes anéis mais frequentemente, notam os pesquisadores.

“Estes resultados dão uma nova esperança a inúmeras mulheres com alto risco de infecção que precisavam de mais opções para se proteger de maneira eficaz contra o HIV”, ressaltou Rosenberg.

“As mulheres precisavam de um método discreto que agisse durante um longo período para se proteger contra o hiv, além de ser um método que elas possam controlar e desejam utilizar”, estimou Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) dos Estados Unidos, que financiou o teste Aspire.

Os resultados dos dois testes foram apresentados na conferência sobre os retrovírus e as infecções oportunistas (CROI) que ocorre esta semana em Boston (Massachusetts).

Cerca de 37 milhões de pessoas vivem com o hiv no mundo, dentre as quais mais da metade são mulheres – segundo o Instituto Nacional da Saúde (NIH) americano.

Remédios contra HIV e hepatite C serão produzidos por fundação na BA

DO G1BA

Acordo de transferência tecnológica envolve empresa norte-americana.
Bahiafarma terá exclusividade na distribuição dos medicamentos no país.

Bahiafarma terá exclusividade na distribuição de medicamentos no país (Foto: Carol Garcia/GOVBA)

Um acordo de transferência tecnológica assinado entre o governo do estado e o laboratório norte-americano Gilead Sciences deve complementar a produção pública da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), possibilitando a fabricação de medicamentos como antirretrovirais e de combate à hepatite C e Aids.

Conforme o governo do estado, o acordo prevê que a Bahiafarma tenha a exclusividade na distribuição dos medicamentos para todo o país, assim como a comercialização e futura transferência de tecnologia a outros mercados internacionais.

Por meio de nota, o governador Rui Costa disse que a parceria irá ampliar a oferta de remédios, possibilitando custo reduzido no Sistema único de Saúde (SUS). Atualmente, cerca de 734 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no Brasil . Do total, 589 mil diagnosticadas e 404 mil utilizando o tratamento antirretroviral. O acordo foi assinado na última quarta-feira (12).

Saúde recruta jovens para fiscalizar ações de controle do HIV no país

DA AGÊNCIA BRASIL

O Ministério da Saúde está selecionando 50 jovens com idade entre 18 e 26 anos para acompanhar e fiscalizar as políticas públicas de saúde voltadas para o combate ao HIV e à aids. De acordo com a pasta, serão priorizados jovens de populações consideradas chave, como pessoas que vivem com HIV, gays, travestis, transexuais, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas.

A ideia é formar uma turma para participar do Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/aids, que será realizado em Brasília de 7 a 11 de maio deste ano. As informações completas podem ser acessadas no edital publicado pelo ministério.

Pessoas interessadas em participar da iniciativa podem fazer a inscrição no curso por meio de formulário eletrônico até o dia 8 de março. O curso terá carga-horária de 36 horas e será realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). :: LEIA MAIS »

Infecções por HIV caem no mundo, mas crescem no Brasil, diz ONU

DO G1

Novos casos de contaminação no país subiram 11% entre 2005 e 2013. Informações foram divulgadas nesta quarta-feira (16) pela Unaids.

Dados divulgados nesta quarta-feira (16) pela Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, aponta que o índice de novos infectados pelo vírus no Brasil subiu 11% entre 2005 e 2013, tendência contrária aos números globais, que apresentaram queda.

No mesmo período, a quantidade de casos no mundo caiu 27,5%, de 2,9 milhões, em 2005, para 2,1 milhões, em 2013. Desde 2001, a queda foi de 38%. As informações estão em um novo relatório que analisa o impacto da Aids no planeta. :: LEIA MAIS »

Instituto Butantan entrega 1º lote da vacina contra HPV

DA AGÊNCIA BRASIL

A vacina contra HPV, inicialmente, será destinada a jovens adolescentes do sexo feminino.

O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira, 10, ao Ministério da Saúde o primeiro lote da vacina contra o papiloma vírus (HPV), que previne contra o câncer de colo de útero. São 4 milhões de doses que começarão a ser distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de março, informou o ministro Alexandre Padilha. O objetivo é vacinar este ano cerca de 5 milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade. Caberá a cada município definir a sua estratégia de vacinação.

“Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) [vacinar adolescentes maiores de 11 anos]. Ela demonstrou que, neste público, a vacina tem um efeito bastante protetor, não só para as meninas, mas também para os homens, porque reduz o número de mulheres com HPV. Como é um vírus transmitido sexualmente, ao reduzi-lo entre as mulheres, além de protegê-las, também reduz-se a transmissão para os homens”, disse Padilha, após participar de evento nesta tarde, no Instituto Butantan.

A vacina é resultado de uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório Merck Sharp & Dohme (MSD), atual produtor da vacina, que vai transferir a tecnologia para a produção nacional. O Ministério da Saúde investiu R$ 465 milhões na compra de 15 milhões de doses para este ano, quantidade suficiente para imunizar 5 milhões de pré-adolescentes. :: LEIA MAIS »

Contágios por HIV têm queda de 33% no mundo desde 2001, diz Unaids

DO BEM ESTAR

Relatório aponta uma redução ainda maior entre crianças, com 52%. Em 2012, foram 2,3 milhões de casos, contra 3,4 milhões em 2001.

O número de casos novos de contágio por HIV caiu 33% em todo o mundo desde 2001, aponta o relatório de 2013 do Programa das Nações Unidas para o HIV/Aids (Unaids), divulgado em Genebra nesta segunda-feira (23).

A redução de contágios foi ainda mais acentuada entre crianças, com uma baixa de 52%.

Em números absolutos, foram registrados 2,3 milhões de transmissões em 2012, contra 3,4 milhões em 2001, segundo o documento da Unaids.

A tendência geral também é percebida na América Latina, com 86 mil novos casos registrados em 2012, contra 97 mil em 2001.

“O número anual de contágios por HIV continua caindo, com reduções mais importantes no caso das crianças”, destacou o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibe, à agência de notícias France Presse. :: LEIA MAIS »

Transplante de medula óssea ‘livra’ pacientes do vírus HIV, diz estudo

DO BEM ESTAR

Timothy Henrich, pesquisador que lidera o ensaio clínico

Pesquisadores apresentaram nesta quarta-feira (3) em uma conferência sobre a Aids realizada em Kuala Lumpur, na Malásia, que duas pessoas portadoras do vírus HIV não apresentaram mais sinais de contaminação após passarem por transplantes de medula óssea.

Segundo informações da rede americana CNN, cientistas da Harvard Medical School e de outros hospitais de Boston divulgaram que os dois homens, cujas identidades não foram reveladas, se trataram durante anos com antirretrovirais antes de serem diagnosticados com linfoma, um câncer dos gânglios linfáticos. :: LEIA MAIS »

Uso de lubrificante pode aumentar risco de doenças, diz estudo

DO TERRA SAÚDE

A aplicação de produtos na vagina pode alterar o equíbrio da região

Cuidar da higiene da região íntima deve ter limites. A prática de lavar a área internamente, as chamadas duchas, e o uso de sabonetes aumentam as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis. O mesmo alerta é feito sobre os lubrificantes, segundo levantamento da Universidade da Califórnia, divulgado pelo jornal Daily Mail. Isso acontece porque essas substâncias prejudicam os tecidos internos e levam à alteração do equilíbrio das bactérias que naturalmente vivem no corpo, aumentando chances de infecção por herpes, clamídia ou HIV.

Para o estudo foram recrutadas 114 mulheres que registraram suas rotinas de higiene e tiveram a região íntima examinada. Sessenta e seis por cento faziam uso de lubrificantes e produtos de limpeza internos. Entre os lubrificantes, os produtos mais populares eram os usados para fins sexuais (70%), vaselina (17%) e óleos (13%). Nesses casos, os riscos de contrair doenças foram identificados como maiores, já que os produtos não foram desenvolvidos para aplicações em regiões internas do corpo.

Entre as que usavam vaselina, 40% apresentaram infecção causada por bactérias. Entre as que não usavam nenhum produto, o problema apareceu em apenas 18%. O uso de óleos elevou para 44% os casos de infeção por fungos, contra apenas 5% das mulheres que não aplicavam nada na região íntima. Segundo médicos, as bactérias presentes na área oferecem uma proteção natural contra doenças e água ou o uso de outros produtos afetam essa defesa.

Estudo relata cura de 14 pacientes com HIV

DA AGÊNCIA ESTADO

MARIANA LENHARO, / COM REUTERS, AFP

O grupo, que iniciou o tratamento precocemente, recebeu o coquetel durante três anos; hoje, sete anos após a interrupção, continuam sadios

Pesquisadores franceses divulgaram esta semana um estudo que relata a cura funcional de 14 pacientes com HIV. Por cura funcional, entende-se que eles permaneceram sem os sintomas da doença mesmo depois de terem parado de tomar o coquetel.

No grupo de pacientes, que foram diagnosticados no final dos anos 1990 ou começo dos anos 2000, o vírus não apresentou sinais de reaparição sete anos após a interrupção dos medicamentos. A pesquisa foi publicada anteontem na revista PLoS Pathogens. :: LEIA MAIS »



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