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:: ‘grávida’

Mães são funcionárias melhores após darem a luz

DO YAHOO VIDA E ESTILO INTERNACIONAL

Muitas novas mães estão convencidas de que seus filhos as impedem de pensar claramente durante a gestação.Gravida_foto

A maioria dos cientistas acredita que isso é um mito. Especialistas da New Scientist fizeram algumas pesquisas sobre o fenômeno, descobrindo que há poucas evidências de que a maternidade reduz temporariamente a capacidade cerebral.

O cérebro realmente encolhe após a gravidez, mas se recuperar rapidamente. Áreas responsáveis pela capacidade de raciocínio, empatia e emoções ficam “sobrecarregadas”, segundo a pesquisa.
Na verdade, as mães costumam sair de uma gravidez mais assertivas, capazes de lidar com o estresse e melhores em gerenciar várias tarefas ao mesmo tempo.

O neurocientista Craig Kinsley, diz que a gravidez não é só um evento isolado na vida da mulher. Segundo ele, as mudanças decorrentes da gravidez são tão importantes quanto a diferenciação sexual e puberdade, por exemplo.

Não é pequeno o número de mulheres que afirmam ter se tornado mais eficientes na hora de tomar decisões, mais resilientes e capazes de criar diferentes estratégias para resolver um problema.

CFM revê normas para reprodução assistida e quer limitar idade da mãe

DO ESTADÃO

Entre as propostas em debate no Conselho Federal de Medicina também estão a regulamentação da doação compartilhada de óvulos e o esclarecimento da situação dos casais homoafetivos; modificações precisam ser aprovadas pelo plenário do CFM

O Conselho Federal de Medicina (CFM) vai atualizar a resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no País. Uma das principais propostas é a de limitar entre 50 e 55 anos a idade máxima para uma mulher ser submetida às técnicas de reprodução – tanto para ser mãe quanto para ceder temporariamente o útero, como no caso de uma mãe que gesta para a filha.

No último ano, ao menos três mulheres com mais de 60 anos se tornaram mães depois de serem submetidas à reprodução assistida, o que levanta questões éticas em torno do tema. :: LEIA MAIS »

Grávidas fumantes têm maiores chances de terem filhos com asma

DO EUREKALERT

A asma aguda afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes, e pesquisa da Universidade da Califórnia mostra que crianças e adolescentes cujas mães fumaram durante a gestação são mais propensas ao desenvolvimento dos sintomas dessa doença do que aqueles cujas mães não fizeram uso de cigarros enquanto grávidas.

Os efeitos são mais sentidos entre afro-americanos e latinos, por isso, a análise envolveu quase 2.500 crianças com essas características e descobriu que aquelas com idade entre oito e 17 anos eram mais propensas a terem mães que fumaram durante a gravidez, independente dos níveis de escolaridade, socioeconômicos e da exposição da criança ao tabaco. :: LEIA MAIS »

Má alimentação na gravidez causaria diabetes em bebês, diz pesquisa

DO G1.COM.BR

A grávida deve se alimentar com qualidade para que tanto ela quanto seu bebê sejam saudáveis

Dieta pobre afeta distribuição de gordura no corpo dos bebês. Estudo foi desenvolvido por cientistas do Reino Unido.

Pesquisadores das universidades Cambridge e Leicester, ambas no Reino Unido, constataram que mães que passam por uma dieta alimentícia pobre durante a gravidez correm o risco de ter um bebê que pode desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças quando chegarem à vida adulta.

Segundo os cientistas, a descoberta facilita a forma de identificar pessoas com mais tendência a desenvolver tais patologias, facilitando o tratamento. A investigação científica foi publicada na última semana no periódico “Cell Death and Differentiation”.

Testes realizados em ratos apontam que os indivíduos que amamentam em mães que tiveram uma dieta pobre durante a gravidez são menos capazes de armazenar gorduras de forma correta pelo resto da vida, além de afetar a distribuição correta dessas gorduras pelo corpo. Caso contrário, elas poderão se acumular em áreas como o fígado, propenso ao desenvolvimento de doenças.

A equipe descobriu que o processo de armazenamento de calorias é controlado por uma molécula chamada miR-483-3p, produzida em níveis elevados em indivíduos que tiveram uma dieta pobre no ventre de sua mãe. :: LEIA MAIS »

Ser muito magra é pior para engravidar do que ser obesa

DO TERRA SAÚDE

Grávidas acima do peso têm mais chances de engravidar do que as excessivamente magras

As pacientes foram divididas em grupos de magras, normais e obesas. As normais tiveram taxa de maternidade de 50%; as obesas 45% e as magras, 34%.

Segundo o pesquisador, é sabido que as mulheres muito magras têm baixo teor de estrogênio, dificultando a gravidez.

No entanto, durante a fertilização in vitro, todas recebem tratamento adequado de hormônios, o que faz com que elas ovulem em graus similares. O problema deve ter ocorrido em algum processo após a ovulação.

Uma das explicações possíveis, para o cientista, é que tudo faz parte do processo evolutivo. “Se a pessoa é muito magra, significa que não há comida suficiente, e portanto não é uma boa hora para ter um filho”, disse ao site.

De todo modo, diz ele, o melhor é sempre controlar o seu peso de acordo com a sua altura, para ter um organismo mais saudável e maiores chances de engravidar.

Alimentação materna saudável pode reduzir defeitos de nascimento

DA UPI

Mulheres que se preocupam com a alimentação antes e durante a gravidez podem ter menor risco de serem mães de filhos com defeitos de nascimento. A afirmação vem de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, que utilizaram dados do Estudo Nacional de Prevenção de Defeitos de Nascimento para analisar os efeitos da dieta materna aos defeitos congênitos nos bebês.

Os dados foram coletados em dez estados norte-americanos entre outubro de 1997 e dezembro de 2005. Foram identificados 936 casos de defeitos do tubo neural (abertura na medula espinhal ou cérebro), 2.475 com fissuras orofaciais (desenvolvimento facial anormal) e 6.147 crianças do grupo de controle, ou seja, que não apresentavam defeitos de nascimento.

Foram desenvolvidos dois índices de qualidade da dieta que incidiram sobre a qualidade da alimentação global, baseando-se na dieta mediterrânea e no Guia da Pirâmide Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). :: LEIA MAIS »

Dieta materna influencia em alergias nos bebês

DO DS

O que a mãe come durante a gestação pode aumentar ou diminuir o risco de alergias em crianças em desenvolvimento. Segundo os pesquisadores do Instituto INRA, na França, se a dieta da mãe contiver um grupo de ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs) – encontrado em nozes, peixes e semente de linhaça – o intestino da criança se desenvolve de forma diferente.

Os pesquisadores explicam que os PUFAs podem melhorar a forma como as células do sistema imunológico do intestino respondem às bactérias e a outras substâncias estranhas ao organismo, dessa forma, o bebê pode criar maior imunidade às alergias.

“Na dieta ocidental, o grupo de ácidos graxos poliinsaturados que ajudam na função intestinal estão realmente desaparecendo – nossa ingestão de óleos de peixe e castanha está sendo substituída por óleos de milho, que contêm um tipo diferente de ácidos graxos,” disse a Dra. Gaëlle Boudry, uma das autoras da pesquisa, que ressalta que essa pode ser uma explicação para o aumento dos casos de alergia.

Enjoo matinal durante gravidez é genético, diz pesquisa

DA REUTERS

A chance de uma mulher sentir náuseas fortes durante a gravidez parece ser influenciada, pelo menos em parte, pela genética, defende um novo estudo.

Pesquisadores descobriram que algumas mulheres tinham mais probabilidade de desenvolver um tipo grave de enjoo matinal, caso suas mães ou irmãs tivessem sofrido também.

Ao analisar este tipo de náuseas, os autores descobriram que as grávidas cujas irmãs passaram pelo problema tinham 17 vezes mais chance de desenvolver a condição. As mulheres com este problema têm enjoos incessantes e vômito excessivos, o que as coloca em risco de desnutrição, desidratação e perda de peso significativa.

A autora do estudo, Marlena Fejzo, da Universidade de Southern California, em Los Angeles, disse que não ficou surpresa com os resultados. De acordo com ela, pesquisas anteriores mostraram que o enjoo matinal grave afeta irmãs gêmeas idênticas, o que sugere um elemento hereditário. :: LEIA MAIS »

Repousar deitada pode piorar complicações na gravidez

DO DS

Repouso enganoso

Repousar deitada pode não ser a melhor opção para prevenir o parto prematuro.

Na verdade, segundo uma revisão de todas as pesquisas científicas já feitas sobre o tema, isso pode até mesmo causar danos à mãe e ao bebê.

A conclusão acaba de ser publicada na revista Biological Research for Nursing, em uma edição especial intitulada “Saúde da Mulher ao longo da vida”.

Prevenção do parto prematuro

Segundo o estudo, o repouso deitada ou a restrição das atividades são prescritas para até um milhão de mulheres anualmente só nos EUA, para tratar complicações da gravidez.

Essa recomendação se baseia na suposição de que essas medidas são eficazes na prevenção do parto prematuro e de que elas são seguras tanto para a mãe quanto para o feto. :: LEIA MAIS »

Grávida de 26 anos é a primeira vítima fatal da gripe A em Alagoas

de O Globo

MACEIÓ – Uma grávida de 26 anos morreu vítima da gripe A, mais conhecida como gripe suína, em Alagoas. Ela morreu na quarta-feira, com insuficiência respiratória decorrente de complicações ocasionadas pelo vírus. Ela havia sido internada no dia 20 de março na maternidade Santa Mônica e foi conduzida ao Hospital Universitário no dia seguinte, já em estado grave.

O bebê nasceu prematuro, no dia 22 de março, e morreu após 18 dias internado na UTI neonatal da maternidade Santa Mônica. O bebê não morreu em decorrência da gripe, mas por comprometimento respiratório. :: LEIA MAIS »



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