WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
;
o blog artigos curiosidades dicas qualidade de vida fale conosco
julho 2021
D S T Q Q S S
« jul    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

:: ‘fiocruz’

Fiocruz: epidemias de chikungunya e zika serão mais fortes em 2017

DA REDAÇÃO

Fiocruz – RJ

Ao participar do 2 º Seminário Dengue, Chikungunya e Zika: Desafios na Atenção à Saúde na Chikungunya, no auditório da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), em Manguinhos, no Rio, o diretor regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, disse que epidemias das doenças zika e chikungunya, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, serão ainda maiores no verão de 2016/2017 do que foram na última temporada.

Segundo o pesquisador, que é especialista em medicina tropical, o número de casos este ano já subiu significativamente em relação ao ano passado. “Em 2015, foram identificados 38 mil casos de zika e de chikunguya. Neste ano, o número subiu impressionantemente para 255 mil. Só o estado do Rio já teve mais de 15 mil casos da doença até o mês de outubro. Claro que durante os meses em que o calor foi menor e com menos chuvas, a velocidade da transmissão diminuiu, mas agora estamos prestes a entrar no verão. E com ele, voltam as altas temperaturas e as chuvas intensas, que são condições mais do que ideais para a proliferação da doença. Como ainda não combatemos esses vírus da maneira adequada, uma epidemia ainda maior se anuncia para os próximos meses”, disse. :: LEIA MAIS »

Pílula para combater dengue aguarda aprovação da Anvisa

DA ANVISA

Após anos de pesquisa, pílula desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), destinada a combater o mosquito da dengue está pronta para ser colocada no mercado. Agora só depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

Após anos de pesquisa, pílula desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), destinada a combater o mosquito da dengue está pronta para ser colocada no mercado pela BR3, empresa associada ao Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) da Universidade de São Paulo (USP). Para que isso aconteça, é necessária a aprovação do comprimido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O modelo tecnológico que permitiu a criação da pílula foi desenvolvido pela pesquisadora Elisabeth Sanchez, da Fiocruz. O comprimido contém um microorganismo chamado Bacillus thuringiensis israelensis (Bti) que, quando ingerido pelas larvas do mosquito transmissor da doença, impede sua proliferação. O comprimido, colocado em um recipiente com água, inviabiliza o criadouro do mosquito por um período de 60 dias.

“O comprimido se dissolve e libera microorganismos que intoxicam a larva do mosquito da dengue”, explicou Rodrigo Perez, diretor da BR3, em entrevista à Agência Brasil. A pílula, segundo ele, poderia até ser utilizada em água potável, mas isso ainda depende de aprovação da Anvisa. “Esse bacilo, segundo a OMS [Organização Mundial da Saúde], não é perigoso a humanos”, disse o diretor da empresa. :: LEIA MAIS »

Mosquito mutante é testado para combater a dengue

DO REGIAONORDESTE.COM

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) começou a testar nesta quarta-feira (24) uma forma inovadora de combater a dengue na cidade do Rio de Janeiro. Mosquitos modificados em laboratório foram liberados nesta manhã no bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, zona norte, onde moram 3 mil pessoas.

Semanalmente serão liberados aproximadamente dez mil Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia, encontrada no meio ambiente e capaz de impedir a transmissão da dengue pelo mosquito. Na primeira fase do projeto, iniciado há dois anos, os pesquisadores monitoraram a população de mosquitos na região com o apoio dos moradores do bairro. :: LEIA MAIS »

Substância retirada de árvores do ipê pode ajudar a tratar leucemia

DA AGÊNCIA ESTADO

A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias; o trabalho foi publicado na revista científica “European Journal of Medicinal Chemistry”

Uma substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias

Uma substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias – diferentes tipos de câncer que afetam os glóbulos brancos, células responsáveis pelo sistema de defesa do organismo. Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificaram três moléculas capazes de atuar sobre glóbulos brancos cancerígenos, sem afetar as células saudáveis. A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias. O trabalho foi publicado na revista científica “European Journal of Medicinal Chemistry”. :: LEIA MAIS »

Fiocruz assina convênio para produzir vacina contra catapora

DA GAZETA DO POVO

Serão investidos R$ 127,3 milhões por ano com a nova vacina, que será incluída no calendário público infantil a partir de agosto de 2013

O Ministério da Saúde assinou na manhã deste sábado (4) um acordo para transferência de tecnologia entre a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) e o laboratório público Biomanguinhos (Fiocruz), visando a produção nacional de vacina contra a varicela – mais conhecida como catapora. :: LEIA MAIS »

Nova bactéria ronda alimentos brasileiros

DO DS

Bactéria desconhecida

Pesquisadora da Fiocruz, Adriana Vivoni, afirma que os resultados obtidos da análise de cepas de B.cereus isoladas recentemente mostram resistência significativa a um antibiótico chamado clindamicina, que age inibindo a síntese protéica bacteriana. Imagem: Gutemberg Brito

No caso de algumas bactérias, o risco pode estar numa inofensiva garfada. A Salmonella e a Escherichia coli são conhecidas por sua capacidade de contaminar alimentos, causando quadros de diarreia e vômito. Uma “parente” menos conhecida, a bactéria Bacillus cereus, acaba de ser alvo de um importante estudo. 

Em análises de amostras das décadas de 80, 90 e 2000, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) conseguiram traçar um panorama dos riscos que esta bactéria oferece no país.

Os cientistas da Fiocruz investigaram a diversidade genética, a resistência aos antimicrobianos (resistência aos antibióticos) e os perfis toxigênicos das cepas de B. cereus isoladas de alimentos e especiarias no Brasil nas últimas três décadas.

As pesquisas sobre o tema são escassas e, em sua maioria, realizadas em locais de clima temperado. :: LEIA MAIS »

Nova vacina contra febre amarela terá menos efeitos colaterais

DA FIOCRUZ

A Nicotiana benthamiana, espécie de tabaco cultivado por meio de hidroponia, em cujas folhas são colocados os genes que codificam a principal proteína do vírus que causa a febre amarela. Imagem: Fiocruz

Vacina sem efeitos colaterais

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Biomanguinhos, da Fiocruz. deu um importante passo para o desenvolvimento de uma nova vacina contra febre amarela no Brasil.

Um acordo de cooperação assinado com o Centro Fraunhofer para Biotecnologia Molecular e a empresa iBio vai permitir a fabricação de um novo imunizante contra a doença, ainda mais seguro e eficaz, com baixo índice de reações ou eventos adversos nos pacientes.

A unidade da Fiocruz é referência internacional na produção de vacinas, reativos e biofármacos. :: LEIA MAIS »

Limite do uso de álcool no Brasil não tem base científica

DO DS

Nível de álcool ingerido arbitrado no Brasil, que é determinado através do bafômetro, é questionado por pesquisadores da Fiocruz.

A Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz, está fazendo uma pesquisa para tentar descobrir a menor concentração de álcool consumido por um indivíduo capaz de induzir efeitos clínicos e psicocomportamentais importantes.

Em outras palavras, os cientistas querem determinar a dose de álcool cuja ingestão afeta o comportamento das pessoas.

Um dos objetivos do trabalho é orientar a reformulação da lei 11.705/08, que estabelece um limite mínimo de tolerância da concentração de álcool no sangue.

Segundo os pesquisadores da Fiocruz, os limites adotados pela lei “não possuem embasamento científico”. :: LEIA MAIS »

Governo lança site para quem quer participar de pesquisas médicas com humanos

DA AGÊNCIA BRASIL

POR CAROLINA PIMENTEL

Brasília – O Ministério da Saúde lançou hoje (16) uma página na internet que permite acesso a informações sobre pesquisas clínicas com seres humanos em andamento no país. É o primeiro cadastro nacional de acesso público com dados desse tipo.

Pelo site, chamado Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (Rbec), será possível recrutar voluntários interessados em participar dos testes de novos tratamentos e remédios. Até agora, as pesquisas com seres humanos feitas no Brasil eram registradas em cadastros estrangeiros, em geral em língua inglesa, o que dificultava o acesso da população e, também, a divulgação em revistas científicas. O site do ministério é trilíngue (português, espanhol e inglês) e também permite o registro de pesquisas estrangeiras.

A iniciativa é uma parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A expectativa é registrar 200 estudos por ano. O endereço do site é www.ensaiosclinicos.gov.br

HIV: diagnóstico mais rápido

DE O DIA ONLINE

Fiocruz desenvolve teste que permite iniciar tratamento precoce para soropositivos

Rio – Em vez de 30 dias, 25 minutos. Testes de HIV serão muito mais rápidos a partir do ano que vem. O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolveu exame que atesta o diagnóstico da doença em cerca de meia hora. Atualmente, a angustiante espera até a confirmação é de, no mínimo, um mês.

Segundo a coordenadora da área de Laboratório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Lilian Inocêncio, a partir do segundo semestre de 2011, quem for aos centros de testagem terá a confirmação do HIV rapidamente. “No primeiro semestre, o Teste Confirmatório Imunoblot estará disponível em 160 laboratórios públicos. Em uma segunda etapa, vão para os centros de testagem rápida”, explicou Lílian. :: LEIA MAIS »

Fiocruz desenvolve novo princípio ativo para combater a malária

DO DS

Os círculos marrons representam hemácias, as que apresentam pequenos pontos vermelhos estão infectadas com o Plasmodium vivax. Imagem: Fiocruz

Sal híbrido

O Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos/Fiocruz) está desenvolvendo um produto inovador para combater a malária.

O sal híbrido Mefas é um insumo farmacêutico ativo (IFA) resultante da combinação de duas substâncias: artesunato e mefloquina.

O novo fármaco representa uma evolução no tratamento da doença que mais mata no mundo. O estudo tem a colaboração do Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas). :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia