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:: ‘epilepsia’

Anvisa suspende distribuição do medicamento Fenitoína (Hidantal), usada no controle de epilepsia

DE A CRÍTICA, ACESSEMED E ANVISA

A Fenitoína não vem sendo distribuída em obediência a uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União de 8 de abril de 2015hidantal

A falta do medicamento Fenitoína, cuja distribuição está suspensa no Brasil desde abril, já começou a afetar a vida de quem necessita do remédio. A droga é utilizada principalmente no tratamento e controle de convulsão, epilepsia e nevralgia. Além da falta do medicamento nas farmácias do Sistema Único de Saúde (SUS), a substância também está em falta nas drogarias.

Em abril de 2015, a distribuição foi suspensa por conta de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que considerou “irregularidades detectadas em inspeção para verificação de Boas Práticas de Fabricação na empresa fabricante”.

O Ministério da Saúde ressalta que outros tipos de medicamentos podem ser utilizados no tratamento das crises convulsivas, conforme prescrição médica, e orienta que os pacientes procurem ajuda profissional para rever o tratamento. No entanto, não são todos que se adaptam à mudança de medicamento. Este é o caso da aposentada Almira Ferreira, de 70 anos. :: LEIA MAIS »

Pesquisadores curam epilepsia em cobaias

COM INFORMAÇÕES DO BEM ESTAR/G1

Um estudo realizado por cientistas americanos da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) obteve resultados inéditos. Os pesquisadores conseguiram curar camundongos com epilepsia, por meio de transplante de células cerebrais. A pesquisa foi publicada na edição online da revista Nature Neuroscience.

Os pesquisadores utilizaram terapia celular para controlar as convulsões das cobaias. Com o método, foi possível curar metade dos roedores participantes dos testes. Os demais roedores tiveram uma grande redução no número de crises e também se tornaram menos agitados.

Os cientistas realizaram cirurgias nos cobaias para substituir as estruturas que falhavam na epilepsia por células embrionárias chamadas MGE. Depois da operação, as novas células amadureceram e realizaram um significativo papel na promoção do equilíbrio entre excitação e inibição.

O principal autor do estudo, Scott C. Baraban, afirmou em entrevista publicada na página on line do programa Bem Estar (Rede Globo) que esta terapia pode ser mais efetiva no tratamento de epilepsia do que os atuais medicamentos disponíveis. “Esse procedimento oferece a possibilidade de controlar as convulsões e resgatar deficits cognitivos em pacientes”, disse.

Chopin provavelmente tinha epilepsia, dizem pesquisadores

DA BBC

Esta é a única fotografia conhecida de Chopin, que sofria de alucinações visuais.

Alucinações visuais

Um estudo realizado por pesquisadores espanhóis indica que o compositor erudito Frédéric Chopin (1810-1849), que sofreu de alucinações visuais durante toda a sua vida, provavelmente tinha epilepsia.

De acordo com a pesquisa, divulgada pela publicação especializada Medical Humanities, o tipo e a frequência de alucinações que o compositor apresentava é comum em pacientes com epilepsia do lobo temporal.

Outros pesquisadores atribuíram seus surtos de melancolia a transtorno bipolar e depressão.

Chopin ficou conhecido como um artista frágil e sensível e se tornou um dos maiores símbolos do romantismo na arte. :: LEIA MAIS »

Síndrome rara faz americana ser atacada pela própria mão

DA BBC

Síndrome da Mão Alheia faz com que as mãos atuem de forma aleatória. (Foto: BBC)

Karen Byrne sofreu por 18 anos com síndrome após cirurgia para tratar epilepsia que dividiu seus hemisférios cerebrais.

Imagine ser atacado por uma de suas próprias mãos, que tenta repetidamente estapear e socar você. Ou então entrar em uma loja e tentar virar à direita e perceber que uma de suas pernas decide que quer ir para a esquerda, fazendo-o andar em círculos. Essa realidade é bem conhecida da americana Karen Byrne, de 55 anos, que sofre de uma condição rara chamada Síndrome da Mão Alheia. :: LEIA MAIS »

Novo tipo de epilepsia é descoberto por médicos da Unicamp

DA AGÊNCIA FAPESP

POR FÁBIO REYNOL

A descoberta gerou a criação de um novo subgrupo para a enfermidade - o da epilepsia mesial temporal familiar - e ainda quebrou outro paradigma, mostrando que as lesões cerebrais nem sempre estão relacionadas às crises epilépticas. Imagem: NIH

Origem dos sinais epilépticos

Logo atrás das têmporas encontra-se o lobo temporal mesial, região do cérebro que compreende estruturas como a amígdala e o hipocampo, responsáveis por funções fundamentais humanas, como a memória e as emoções.

É a partir dessa região que são disparados sinais elétricos anormais que vão provocar a mais comum das manifestações epilépticas em adultos, a epilepsia do lobo temporal mesial.

“Essa também é considerada uma das formas mais graves de epilepsia, porque uma proporção significativa dos pacientes não apresenta resposta aos tratamentos mesmo que sigam criteriosamente as recomendações médicas”, disse Iscia Lopes Cendes, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp). :: LEIA MAIS »

Veneno de aranha pode virar remédio contra epilepsia

Do SBPC

Toxinas que viram remédios

Para paralisar ou matar uma presa ou predador na natureza, as aranhas utilizam poderosos venenos, capazes de atingir funções vitais de seus alvos mesmo com pequenas doses.

Ao estudar as toxinas desses organismos para conhecer melhor como elas agem, os cientistas estão descobrindo compostos que podem ser tornar potenciais medicamentos para o tratamento de doenças encefálicas, como a epilepsia.

“Há quase quatorze mil patentes de toxinas de animais com aplicação biotecnológica depositadas no escritório de patentes norte-americano, o USPTO,” conta o professor Paulo Sérgio Lacerda Beirão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). :: LEIA MAIS »

Médicos testam sistema que alerta epilético antes de ataques

da BBC Brasil

Médicos australianos estão testando um sistema com sensores elétricos dentro do crânio para alertar pacientes epiléticos antes que eles tenham ataques.

Os sensores enviam mensagens a um dispositivo implantado no peito do paciente, que por sua vez manda sinais a um pager que alerta o paciente sobre o ataque iminente.

Segundo Mark Cook, um dos integrantes da equipe do Melbourne St Vincent Hospital, em Melbourne, se funcionar, o sistema representará um “avanço impressionante”.

“Nunca imaginamos que seríamos capazes de prever ataques epiléticos dessa maneira”, disse.

“Se funcionar como esperamos, (o sistema) vai transformar a vida de muitas pessoas.” :: LEIA MAIS »

Implante neural de seda traz esperança para epilepsia e lesões da coluna

do Site Inovação Tecnológica

Implante de seda

Eletrodos neurais implantados sobre o cérebro de um animal de laboratório (embaixo). A fibroína, a proteína da qual é constituída a seda, é absorvada pelos tecidos biológicos, permitindo que os eletrodos captem os sinais cerebrais com mais precisão.

Cientistas criaram um novo tipo de eletrodo para implantes cerebrais que praticamente se funde no lugar, adequando-se com perfeição à superfície irregular do cérebro.

Feito de uma mescla precisa de polímero, metal e seda, o implante ultrafino é menos invasivo do que os tradicionais eletrodos de agulha, praticamente não causando danos ao cérebro.

A parte de seda – ou fibroína, a proteína da qual a seda é feita – é projetada para dissolver-se depois que os eletrodos são implantados no cérebro, garantindo um perfeito contato e leituras mais precisas dos impulsos elétricos do cérebro.

Eletrodo cerebral

A tecnologia pode impulsionar o campo das interfaces cérebro-máquina e permitir a criação de dispositivos práticos para monitorar e controlar as convulsões epilépticas e até mesmo para transmitir sinais do cérebro para partes específicas do corpo, saltando partes danificadas por fraturas na coluna vertebral.

“Estes implantes têm o potencial para maximizar o contato entre os eletrodos e o tecido cerebral, minimizando os danos ao cérebro. Eles podem fornecer uma plataforma para uma grande variedade de dispositivos médicos, com aplicações na epilepsia, nas lesões da medula espinhal e outras desordens neurológicas,” afirma o Dr. Walter Koroshetz, do Instituto Nacional de Desordens Neurológicas, dos Estados Unidos. :: LEIA MAIS »

Desmaio e convulsão

da BVS

Convulsão é a contratura involuntária da musculatura, que provoca movimentos desordenados. Geralmente é acompanhada pela perda da consciência. As convulsões acontecem quando há a excitação da camada externa do cérebro.

Causas:

– hemorragia;
– intoxicação por produtos químicos;
– falta de oxigenação no cérebro;
– efeitos colaterais provocados por medicamentos;
– doenças como epilepsia, tétano, meningite e tumores cerebrais.

Sintomas:

– espamos incontroláveis;
– lábios azulados;
– olhos virados para cima;
– inconsciência;
– salivação abundante. :: LEIA MAIS »



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