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:: ‘depressão’

Seu trabalho o deixa deprimido?

DA REDAÇÃO

Depressão: até 2020, será a doença mais incapacitante do planeta (Marcelo Calenda/VOCÊ S/A)

Aprenda a identificar os sinais de um ambiente profissional tóxico e a evitar que o expediente destrua seu equilíbrio psicológico

Na manhã do dia 24 de março de 2015, um Airbus A320 da companhia aérea Germanwings, controlada pela Lufthansa, caiu na região dos Alpes. Os detalhes descobertos nos dias subsequentes chocaram o mundo. De acordo com o áudio da caixa-preta do avião, o copiloto, Andreas Lubitz, de 28 anos, havia deliberadamente derrubado o voo 4U9525.

Aproveitando-se da saída do comandante, Andreas trancou o colega para fora da cabine de controle e acionou o botão de descida da aeronave. Durante 10 minutos, tempo que o avião demorou para se chocar contra as montanhas, o copiloto permaneceu em silêncio, sem pedir ajuda nem declarar emergência. :: LEIA MAIS »

E se fosse possível prever uma doença fatal?

DA REDAÇÃO

POR PETER BONIS*

*Peter Bonis, MD é CMO (Chief Medical Officer) de Efetividade Clínica na Wolters Kluwer

Como seria se computadores pudessem prever quais pacientes possuem maior propensão a desenvolver uma doença terminal? E o que o médico e o paciente deveriam fazer ao receberem tal previsão? Essa é uma realidade de alguma forma já possível? A resposta é sim. Com os algoritmos matemáticos ficando cada vez mais precisos, tudo nos leva a crer que estaremos em breve enfrentando esses desafios.

Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida extraíram dados dos prontuários eletrônicos relacionados a um grupo de pacientes que cometeram tentativas de suicídio. Com base em técnicas avançadas de análises de dados e aprendizagem de máquina (machine learning,) foi possível identificar, por meio da combinação de fatores, pessoas com tendências a cometerem suicídio. :: LEIA MAIS »

Depressão e ideias suicidas são mais comuns em adolescentes que dormem tarde

 

DA REDAÇÃO

De acordo com um estudo publicado na edição de Sleep, adolescentes cujos pais permitem que vão dormir à meia noite ou mais tarde são 24% mais propensos à depressão e 20% mais propensos à expressão ideação suicida do que aqueles cujos pais estabelecem a hora para dormir às 22h ou mais cedo.

Esses resultados sugerem que o estabelecimento de um horário mais cedo pelos pais pode ajudar a proteger os adolescentes da depressão assegurando que eles durmam o suficiente. James Gangwisch, PhD, do Columbia University Medical Center, na cidade de Nova York e colaboradores de múltiplos centros, concluíram que a quantidade média de sono reportada por 15.659 adolescentes envolvidos no National Longitudinal Study of Adolescent Health (Add Health) foi de 7 horas e 53 minutos – consideravelmente menos do que as 9 ou mais horas recomendadas pela American Academy of Sleep Medicine para esta faixa etária.

Entretanto, os adolescentes cujos pais estabeleceram a hora de dormir para as 22h ou mais cedo dormiram 33 minutos mais, em média, do que aqueles que dormem às 23h, e 40 minutos mais do que adolescentes com uma hora de dormir estabelecida pelos pais à meia noite ou mais tarde. Os adolescentes que reportaram 5 ou menos horas de sono por noite também se mostraram 71% mais propensos à depressão e 48% mais propensos à considerar o suicídio do que os adolescentes que reportaram 8 horas de sono por noite. :: LEIA MAIS »

Professores podem adoecer por falta de organização no trabalho, diz médica

DA REDAÇÃO (com informações da EBC)

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Ao participar do I Seminário sobre Condições de Saúde e Trabalho dos Professores, promovido pela Fundação Jorge Duprat e Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), em São Paulo, a médica e pesquisadora Ella Avellar afirmou que o adoecimento dos professores pode estar muitas vezes mais relacionado a questões de organização no trabalho do que a problemas físicos, como surdez ou depressão. Durante o evento, foram apresentadas pesquisas e ações que podem contribuir para melhorar as condições de saúde e trabalho dos docentes nas salas de aula.

Segundo a especialista, que atua no sistema de medicina do trabalho em Guarulhos, na Grande São Paulo, e nas investigações desenvolvidas na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, há diversos estudos mostrando que dependendo do ambiente em que a pessoa trabalha, isso pode favorecer ou não o seu adoecimento, como no caso dos professores. :: LEIA MAIS »

Depressão na Adolescência e Antidepressivos

DO YOU TUBE/ACESSEMED

Clínico Geral Dráuzio Varela fala sobre Depressão na Adolescência e uso de antidepressivos nesta fase da vida.

‘Deprê’ de fim de ano? Saiba como combater

DA VEJA ONLINE

“É uma época de cobranças, em que fazemos balanços do que foi conquistado. E isso pode trazer sentimentos de fracasso, baixa autoestima e desesperança”, explica Acioly Lacerda, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele acrescenta que constatações clínicas revelam aumento de casos de depressão e tristeza nessa fase do ano. “As Festas podem funcionar como um gatilho para quem tem pré-disposição à depressão”, completa o psiquiatra Ricardo Moreno, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Pular sete ondinhas na praia ou comer lentilha podem não resolver toda a questão. Mas os especialistas acreditam que há maneiras de combater a eventual “deprê de fim de ano”.

Em primeiro lugar, é aconselhável evitar o rigor excessivo consigo mesmo, além de relativizar os acontecimentos recentes. “Ao invés de fazer uma lista das coisas ruins que ocorreram no ano, enumere as boas”, diz Moreno. O segundo passo é lembrar o quanto se é querido pelas pessoas mais próximas – as que realmente importam. Isso ajuda a elevar a autoestima.

Um terceira dica do psiquiatra: as Festas são um momento propício para tentar resolver conflitos com familiares e amigos. “É uma ocasião em que as pessoas estão abertas para ouvir, perdoar e restabelecer vínculos afetivos”, diz Moreno. “Esse sentimento gregário é inconsciente, mas é o verdadeiro espírito de Natal.” :: LEIA MAIS »

Depressão precipita processo de envelhecimento de células

DO NOTÍCIAS BR

Uma pesquisa de especialistas holandeses e americanos implica que a depressão pode antecipar a metodologia de decaimento das células. Análises de laboratório revelam que as células tendem a ser naturalmente mais envelhecidas em indivíduos que toleraram ou padecem acontecimentos intensos de depressão.

Os cientistas constataram essas diversificações em uma composição da célula apontada como telômero. A extensão destas estruturas é habitual para regular o envelhecimento celular.

Os pesquisadores já compreendiam que os seres que passam pela depressão, apresentam uma temeridade elevada em produzir enfermidades associadas ao envelhecimento, como determinados tipos de câncer, diabetes, adiposidade e indisposições cardíacas.

Isso pode proceder, em parte, de um costume de vida não muito benéfico, que abrangeria também a ingestão de bebidas alcoólicas e a falta de atividade física. O levantamento foi divulgado no periódico especializado Molecular Psychiatry.

Diabetes não controlada pode aumentar chances de depressão

DA UPI

De acordo com pesquisadores University of Colorado Denver, nos Estados Unidos, pessoas com diabetes são mais propensas a sofrer de depressão, ansiedade e raiva se os níveis de açúcar no sangue não forem bem controlados.

Dr. Satish Garg, coordenador do estudo, explica que ao se descobrir como se dá a relação entre a variabilidade glicêmica e os distúrbios psicológicos, os cientistas terão mais ferramentas para desenvolver estratégias mais eficazes para controle da doença em cada paciente.

“Os transtornos de humor e sua associação com o controle glicêmico ruim que pode levar a complicações a longo prazo do diabetes, o que é uma grande preocupação por parte dos médicos e pacientes”, diz Dr. Garg. “Nós ainda não sabemos o que vem primeiro. Isso precisa ser melhor investigado, especialmente utilizando as tecnologias mais recentes como o monitoramento contínuo de glicose”, explica.

Mães deprimidas podem atrapalhar sono de seus bebês

DO LIVE SCIENCE

Mães que estejam sofrendo de depressão e se preocupam excessivamente com o bem estar de seus bebês podem prejudicar o sono da criança. Ao responderem a barulhos do filho que não precisavam de retorno da mãe, ou ao mover a criança para sua própria cama para aliviar suas ansiedades, elas podem estar interrompendo o descanso do bebê.

Uma nova pesquisa feita na Pennsylvania State University comparou essa atitude em mães saudáveis e deprimidas. As que sofriam da doença tinham chances maiores de acordarem seus filhos sem necessidade. :: LEIA MAIS »

É ilegal demitir trabalhador com depressão, diz TRT-4

DO CONSULTOR JURÍDICO

A pessoa deprimida precisa de compreensão e tolerância

A Ibope Pesquisa de Mídia Ltda deve indenizar em R$ 35 mil um trabalhador despedido sem justa causa enquanto tratava depressão grave. O empregado também deve ser reintegrado ao serviço, já que sua dispensa foi considerada discriminatória. A decisão é da 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS).

Seguindo o mesmo entendimento do juiz de primeira instância — o juiz Rodrigo Trindade de Souza, da 19ª Vara do Trabalho de Porto Alegre —, os magistrados da 8ª Turma julgaram abusiva a despedida, principalmente pelo cancelamento do plano de saúde, que afetou o trabalhador no momento em que ele mais precisava e também sua filha, portadora de um tumor de mama na época da dispensa. :: LEIA MAIS »

Estudo relaciona consumo de fast-food à depressão

DA VEJA ONLINE

Alimentos do gênero aumentam em 51% as chances de vir a ter doença

Fast food: pesquisa a relaciona com aumento do risco de desenvolver depressão (Thinkstock)

O consumo de fast-food e de produtos de padarias, como bolos de farinha, croissants e rosquinhas, está relacionado à depressão. De acordo com um estudo das universidades de Las Palmas de Gran Canaria e de Granada, na Espanha, pessoas que ingerem esses tipos de alimentos são 51% mais suscetíveis à doença, frente àquelas que consomem muito pouco ou nada. O estudo foi publicado no periódico Public Health Nutrition. :: LEIA MAIS »

Acompanhamento psicológico pode ajudar jovens com fibromialgia

DA LIVE SCIENCE

Para adolescentes sofrendo de fibromialgia, o acompanhamento psicológico pode ajudar na redução da debilitação e também de depressão. De acordo com um estudo (desenvolvido no Cincinnati Children’s Hospital, nos EUA), jovens que passaram por terapia cognitva tiveram uma melhora de 37% em suas debilitações.

O estudo acompanhou 114 adolescentes entre as idades de 11 e 18 anos, sofrendo da doença. Metade dos jovens participaram de sessões de terapia e a outra metade recebeu aulas sobre a doença. :: LEIA MAIS »



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