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:: ‘dengue’

Testes rápidos para dengue e chikungunya passam a integrar oficialmente lista de procedimentos do SUS

DA REDAÇÃO

Produzidos pela Bahiafarma, dispositivos são considerados, pelo Ministério da Saúde, importantes “para otimizar o diagnóstico” das doenças no País

Os testes rápidos para dengue e chikungunya foram oficialmente incluídos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da portaria 1.313, publicada no Diário Oficial da União de ontem (quinta-feira, 10), com validade a partir de sua publicação.

A decisão considerou a “necessidade de otimizar o diagnóstico laboratorial” das doenças, para acelerar a detecção das doenças e o dar início mais rápido aos tratamentos. No primeiro momento, estão sendo disponibilizados aos Estados e municípios, de acordo com a portaria, 2 milhões de testes rápidos imunocromatografia qualitativa (IgM/IgG) para dengue e 1 milhão de testes rápidos imunocromatográficos IgM para chikungunya. :: LEIA MAIS »

Ao viajar, deixe sua casa protegida contra o Aedes Aegypti

DA REDAÇÃO

Antes de dar a partida no carro para pegar a estrada, não se esqueça de tomar as precauções para que sua casa não seja uma usina de mosquitos.

Nas regiões Norte e Centro-Oeste, as larvas estão, principalmente, no lixo. No Nordeste e no Sul do Brasil, a concentração é em depósitos de água. E no Sudeste, a preocupação maior é dentro de casa.

Nesse calorão, basta uma viagem curta de uma família para as larvas virarem mosquito. Quanto maior a temperatura, menor o ciclo do mosquito, então, em vez de demorar dez dias para eclodir, vai demorar apenas cinco dias para o mosquito nascer.

Segundo os pesquisadores, os ovos podem sobreviver por mais de um ano em ambientes secos. Eles são pretinhos, do tamanho de grãos de areia. Quando entram em contato com a água, rapidamente dão origem às larvas. :: LEIA MAIS »

Fiocruz: epidemias de chikungunya e zika serão mais fortes em 2017

DA REDAÇÃO

Fiocruz – RJ

Ao participar do 2 º Seminário Dengue, Chikungunya e Zika: Desafios na Atenção à Saúde na Chikungunya, no auditório da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), em Manguinhos, no Rio, o diretor regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, disse que epidemias das doenças zika e chikungunya, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, serão ainda maiores no verão de 2016/2017 do que foram na última temporada.

Segundo o pesquisador, que é especialista em medicina tropical, o número de casos este ano já subiu significativamente em relação ao ano passado. “Em 2015, foram identificados 38 mil casos de zika e de chikunguya. Neste ano, o número subiu impressionantemente para 255 mil. Só o estado do Rio já teve mais de 15 mil casos da doença até o mês de outubro. Claro que durante os meses em que o calor foi menor e com menos chuvas, a velocidade da transmissão diminuiu, mas agora estamos prestes a entrar no verão. E com ele, voltam as altas temperaturas e as chuvas intensas, que são condições mais do que ideais para a proliferação da doença. Como ainda não combatemos esses vírus da maneira adequada, uma epidemia ainda maior se anuncia para os próximos meses”, disse. :: LEIA MAIS »

Instituto Butantan começa a testar vacina contra a dengue em todo o país

DA AGÊNCIA BRASIL

POR ELAINE PATRÍCIA CRUZvacina

Os testes da terceira e última etapa da vacina contra a dengue, que já vinham sendo feitos desde fevereiro com 1,2 mil voluntários recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), começaram a ser realizados também, nessa quinta-feira (23), com 1,2 mil voluntários na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no interior paulista.

O Hospital das Clínicas e a Famerp são dois dos 14 centros de estudo credenciados pelo Instituto Butantan – que desenvolve a vacina -, onde serão feitos os testes da terceira etapa do projeto. Esta fase envolverá 17 mil pessoas em 13 cidades, nas cinco regiões do país. Na próxima semana, segundo o instituto, um centro em Manaus (AM) e outro em Boa Vista (RO) também darão início aos trabalhos. :: LEIA MAIS »

Saiba, de uma vez por todas, as diferenças entre dengue, zika, chicungunya e gripe H1N1

DA REDAÇÃO

POR WOLMAR CARREGOZI*DSC_83 - Cópia

Para determinar as diferenças entre essas viroses o ideal é se fazer um diagnóstico por exclusão.

Apesar de já ser um tema bem desgastado, muitas pessoas ainda não conseguem entender o que está se passando em nosso país com relação às questões da saúde. Doenças aparecem a cada dia, como que surgidas do nada.

Bem, a verdade é que essas doenças não são novas, apenas reapareceram devido às condições favoráveis criadas pela própria população e pelos nossos administradores políticos que, ao longo do tempo, deixaram de tomar atitudes que, certamente, se tivessem sido adotadas no passado, hoje não estaríamos sofrendo as consequências de sua omissão.

Estamos falando de intensificação de pesquisas, investimentos em tecnologia científica, esclarecimento popular através de campanhas práticas e efetivas, etc.

Com o avanço da ciência e da tecnologia médica, bioquímica e farmacêutica a tendência é que testemunhemos ainda mais o aparecimento dessas “novas” doenças. Na realidade, de novo o que elas têm é apenas o diagnóstico, que antes não era fechado. :: LEIA MAIS »

Vacina japonesa contra a dengue entra na última fase

DO ESTADO DE SÃO PAULO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou ontem o início da última fase de testes clínicos de uma vacina contra a dengue desenvolvida pela empresa farmacêutica japonesa Takeda Pharma.

Em dezembro, a Anvisa havia autorizado o início da terceira fase dos testes clínicos da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantã, além de aprovar o registro da vacina da Sanofi-Pasteur

De acordo com a Anvisa, o Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento enviado à agência pela Takeda Pharma foi aprovado. No documento, constam os resultados não clínicos e clínicos obtidos até agora com o produto, além dos cumprimentos das exigências técnicas realizadas pela agência reguladora para verificar a qualidade e segurança necessárias antes da realização da fase 3 dos testes clínicos, pleiteada pela empresa. Os testes consistem na última etapa necessária para que o pedido de registro possa ser feito na agência. :: LEIA MAIS »

Ministério da Saúde disponibiliza curso sobre o vírus Zika

DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

O Ministério da Saúde disponibilizou esta semana o curso “Zika: Abordagem Clínica na Atenção Básica” para capacitar profissionais de saúde sobre o vírus. As aulas abordam suspeita, notificação, investigação e diagnóstico do Zika.

Qualquer interessado pode ter acesso ao curso, porém ele é destinado principalmente para profissionais de saúde que trabalham diretamente com os pacientes. Nas primeiras 72 horas de inscrições foram feitas mais de 8 mil matrículas.

Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. Os protocolos adotados pelo Ministério da Saúde também serão temas ensinados.

As inscrições devem ser feitas pelo site da UNA-SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017. O material foi elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de Saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Os módulos abordados são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. O treinamento trabalha com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.

A mesma plataforma também oferta outras quatro opções de capacitação voltadas para o combate ao Aedes aegypti, bem como para a atenção às doenças transmitidas pelo vetor, além do Zika, dengue e chikungunya.

Filipinas começam primeira campanha de vacinação contra a dengue no mundo

DA EBC

Começa hoje (22) nas Filipinas a primeira campanha de vacinação contra a dengue no mundo. Segundo Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, empresa fabricante do produto, a aplicação será feita inicialmente pelos planos de saúde, mas o país pretende ampliar o atendimento para a rede pública.

Brasil, México, Paraguai e El Salvador já registraram a Dengvaxia, nome comercial do imunizante que será utilizado nas Filipinas, mas precisam resolver detalhes burocráticos para a comercialização. No Brasil, o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a vacina saiu no fim de dezembro. Falta agora a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos determinar o preço máximo de venda do produto no país, o que costuma acontecer, em média, três meses após o registro.

Segundo Sheila, o laboratório tem capacidade de produzire 100 milhões de doses por ano e pode fornecer a vacina para o Brasil imediatamente. A expectativa da empresa é que o imunizante comece a ser vendido no país no primeiro semestre de 2016.

A vacina contra a dengue da multinacional é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e protege contra os quatro tipos do vírus da doença. A promessa do fabricante é de 93% de proteção contra casos graves da doença, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra os quatro tipos de dengue. Segundo o laboratório, o imunizante deve ser aplicado em três doses, com intervalos de seis meses.

Colombianos encontram zika, dengue e chikungunya em um único paciente

DO G1

Homem que trabalha viajando foi atendido em hospital no norte do país. Apesar do receio de médicos, vítima se recuperou logo e não foi internada.

Um grupo de infectologistas colombianos registrou pela primeira vez a ocorrência simultânea de dengue, chikungunya e zika em uma mesma pessoa. É o primeiro caso relatado de coinfecção por três dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.

Conjuntivite em olho de paciente com zika, dengue e chikungunya (Foto: J. Infect. Public Health/divulgação) :: LEIA MAIS »

500 mil testes para zika, chikungunya e dengue serão encomendados pelo governo

DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Kits serão produzidos pela Fiocruz e permitirá acelerar os resultados e reduzir o custo dos exames para diagnóstico das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O Ministério da Saúde vai adquirir 500 mil testes nacionais de biologia molecular para a realização de diagnóstico de zika, chikungunya e dengue. O anúncio foi realizado pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, neste sábado (16), no Rio de Janeiro (RJ), durante a visita às instalações dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). :: LEIA MAIS »

Planos de saúde são obrigados a cobrir testes rápidos de dengue

DO G1

Foram acrescentados outros 20 procedimentos em relação à última lista. Obrigatoriedade começa a valer a partir deste sábado (2).

A partir deste sábado (2), os planos de saúde terão, obrigatoriamente, de cobrir 21 novos procedimentos, entre eles o teste rápido para dengue (o exame atualmente disponível demora 7 dias) e o teste para febre chikungunya. A lista foi divulgada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) no dia 28 de outubro de 2015.

A nova lista inclui também a ampliação do número de consultas com fonoaudiólogos, fisioterapeutas e psicoterapeutas. :: LEIA MAIS »

Brasil prevê lançar a sua própria vacina contra a dengue em 2018

DO DN GLOBO-PORTUGAL

Este ano, até 18 de abril, o Brasil registou 745 mil casos de febre dengue, 229 dos quais mortais.

O ministro da Saúde do Brasil afirmou, esta quinta-feira, que espera que a vacina contra a dengue, que está a ser desenvolvida pelo país, esteja disponível em 2018. “O que aguardamos agora é o desenvolvimento de uma vacina segura contra a dengue. Não há uma expectativa imediata. As melhores chances que temos dão conta de que poderemos, se tudo der certo, ter uma vacina segura para todos os brasileiros (…) lá para 2018. Insisto: se tudo der certo na pesquisa”, disse Arthur Chioro.

Segundo o ministro , o sucesso depende de avanços dos laboratórios que realizam investigações nessa área – incluindo o Instituto Butantan, em São Paulo, e o Fiocruz, no Rio de Janeiro. As declarações de Arthur Chioro foram proferidas durante o programa “Bom dia, ministro”, produzido pela Secretaria de Imprensa da presidência, e reproduzidas pelo portal G1. O Instituto Butantan recebeu, na semana passada, aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biosseguran



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