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:: ‘cesariana’

Com novas regras, planos de saúde não precisam pagar cesarianas agendadas

DA AGÊNCIA BRASIL

Planos de saúde não precisarão mais pagar por cesarianas agendadas

As novas regras de estímulo ao parto normal para os associados aos planos de saúde, divulgadas nesta semana, preveem que as operadoras não serão mais obrigadas a pagar por cesarianas desnecessárias.

Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) julgar que esta é a opção pela saúde da mulher e do bebê, movimentos feministas e o Conselho Federal de Medicina acham que a nova regra fere a autonomia da mulher na escolha do parto.

O diretor adjunto da diretoria de produtos da ANS, João Barroca, acredita que o direito à escolha deve ser relativizado diante do direito à saúde. “Ninguém vai contra a cesariana, desde que haja indicação do procedimento cirúrgico.

A opção é pelo direito à saúde”, defendeu Barroca. Para ele, aos poucos, a cultura do parto natural ganhará mais força no Brasil. As operadoras de plano de saúde apoiaram as novas regras. :: LEIA MAIS »

Cesárea aumenta risco de alergias em crianças

DO DS

Segundo pesquisadores dinamarqueses, existe uma ligação entre alergias, ou doenças de hiper-sensibilidade, e a exposição das crianças a bactérias na hora do parto. No parto vaginal, os bebês são expostos a um maior número de bactérias, o que os tornam mais resistentes.

Dr. Hans Bisgaard, da Universidade de Copenhague, que coordenou a pesquisa, diz que foi possível observar uma conexão direta entre o número de diferentes bactérias e a forma como as crianças vieram ao mundo. O estudo envolveu cerca de 400 crianças.

“A reduzida diversidade da microbiota intestinal durante a infância está associada com um aumento do risco de doenças alérgicas na idade escolar,” afirma o pesquisador. Nas crianças com maior diversidade bacteriana, esse risco diminui, e quanto maior a diversidade, menor é o risco. :: LEIA MAIS »

Nascidos de cesariana têm maior risco de obesidade

DA AGÊNCIA USP

O Brasil é um dos países que mais realizam cesarianas. E também um dos que têm mais obesos

Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da Universidade de São Paulo (USP), mostra que pessoas que nascem de parto cesariano têm risco 58% maior de ficarem obesas quando adultas. Segundo a autora do estudo, Helena Ayako Sueno Goldani, a possível causa desse índice é a alteração no desenvolvimento ou na composição da microbiota intestinal, que é diferente nas crianças que nascem de parto vaginal com relação às crianças que nascem de cesariana.

Helena explica que no parto cesariana não acontece o contato do bebê com a flora vaginal materna, que parece ser importante para o desenvolvimento da flora intestinal do recém-nascido. A hipótese levantada pelas análises é a de que algumas bactérias presentes no canal do parto tenham efeito benéfico por meio de uma estimulação balanceada do sistema imunológico da criança. :: LEIA MAIS »

Cesareana só reduz o risco de complicações para a mãe e para o bebê quando existem indicações médicas, segundo pesquisa da OMS publicada no The Lancet

do Medical Journal

Artigo publicado no periódico The Lancet sobre uma pesquisa global da OMS mostrou que, apesar dos avanços na medicina e do melhor acesso a cuidados obstétricos no mundo, os partos cirúrgicos ainda são mais arriscados para a mãe e para o bebê do que o parto vaginal espontâneo. O objetivo da pesquisa foi estimar as diferenças entre os métodos de parto e examinar a relação entre o método usado e os resultados maternos e perinatais.

O estudo envolveu a análise de 107.950 partos. Em nove países estudados (Camboja, China, Índia, Japão, Nepal, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia e Vietnã) o índice de cesareana foi de 27,3% e na China este índice chegou a 46,2%. Com este procedimento cirúrgico, aumentam os riscos de morte materna, morte do recém-nascido, admissão em unidade de terapia intensiva (UTI), transfusão sanguínea, histerectomia ou ligação de artéria ilíaca interna (para conter hemorragias pélvicas), comparado ao parto vaginal espontâneo. A despeito destes riscos, nenhuma mãe ou bebê morreu depois deste procedimento antes da alta hospitalar. :: LEIA MAIS »



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