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:: ‘Anvisa’

Anvisa proíbe fabricação e comércio de medicamentos

A TARDE ONLINE

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta sexta-feira, 10, que estão suspensos a fabricação, distribuição, comércio e uso, em todo o território nacional, dos produtos Pedicure for Men – meias antissépticas/NK Cosméticos; Double – luvas e meias antissépticas; e Manicure for Men – luvas antissépticas/NK Unhas Inteligentes, fabricados pela Natu Kapilar Envasadora e Comércio de Cosméticos Ltda., com sede em Pinhais (PR). Os produtos foram colocados no mercado sem a autorização da Anvisa.

O órgão determinou ainda, como medida de interesse sanitário, a suspensão da distribuição, comércio e uso, em todo o país, dos lotes 09E529, 09E820, 08K584 e 08K508 do medicamento Pratiprazol (Omeprazol), fabricado pela Prati Donaduzzi & Cia Ltda., com sede em Toledo (PR), por problemas no processo de fabricação.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), “os produtos não passaram pelos testes obrigatórios, realizados pela Anvisa, que garantem a confiabilidade dos mesmos ao consumidor”. :: LEIA MAIS »

Especialistas esclarecem 25 dúvidas sobre o consumo de sal

DA FOLHA ONLINE

POR AMARÍLIS LAGE E FLÁVIA MANTOVANI

Ele começou a ser utilizado na culinária não por dar sabor aos alimentos, mas por seu potencial sanitário. Com um forte poder esterilizador, o sal conservava a comida, impedindo a reprodução de bactérias. Mas esse aliado inicial da saúde agora está sob a mira das entidades médicas.

Associado a uma série de problemas, entre eles a hipertensão, o sal foi alvo de uma ação recente da American Medical Association. A entidade pediu à FDA (agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, até agora considerado uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food. :: LEIA MAIS »

Brasil terá vacina contra esquistossomose

DA GAZETA WEB.COM

A empresa paulista Ourofino Agronegócio comprou a licença para produzir a imunização, que foi desenvolvida por uma pesquisadora brasileira. De acordo com o diretor da companhia, os testes em seres humanos começam ainda neste ano, e a vacina deve chegar ao mercado em 2015.

De acordo com o diretor da companhia, Carlos Henrique, os testes em seres humanos começam ainda neste ano, e a vacina deve chegar ao mercado em 2015

A primeira vacina contra a esquistossomose – doença que atinge 200 milhões de pessoas no mundo – deverá ser nacional. A empresa paulista Ourofino Agronegócio comprou a licença para produzir a imunização, que foi desenvolvida por uma pesquisadora brasileira. De acordo com o diretor da companhia, Carlos Henrique, os testes em seres humanos começam ainda neste ano, e a vacina deve chegar ao mercado em 2015. :: LEIA MAIS »

Consumidor deve ficar atento na hora de comprar medicamentos

Do Notícias MS

Ao comprar um medicamento, o consumidor deve ficar atento às características da embalagem que certificam que o produto não é falsificado ou irregular. Remédios falsos podem provocar problemas de saúde, agravar sintomas que já existem e até levar à morte.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os itens de segurança que devem existir na caixa do medicamento são a raspadinha e o selo ou lacre que torna a embalagem inviolável. A raspadinha fica em uma das duas laterais da embalagem, possui tinta reativa que não descasca e ao ser friccionada com objeto de metal expõe a palavra “qualidade” e a logomarca da empresa. Outra observação importante é verificar se a embalagem não foi violada e está em boas condições. :: LEIA MAIS »

Proteção contra o HPV

do Copacabana Runners

Verrugas de HPV que sendo transmitidas sexualmente podem aparecer em qualquer ponto da pele: boca, lábios, mãos, vulva, pênis, vagina, etc. São altamente contagiosas.

Mulheres norte-americanas que ainda não tiveram contato com o papilomavírus humano (HPV), microrganismo que pode causar câncer de colo do útero, contam agora com uma tecnologia biológica bastante potente para passar toda a vida imune.

O Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo dos Estados Unidos que fiscaliza alimentos e medicamentos, aprovou, na semana passada, a liberação para uso comercial de uma vacina contra o HPV. O produto, com nome comercial Gardasil, foi testado em vários países, inclusive no Brasil.

“Nossa expectativa é que essa vacina seja aprovada até o fim do ano também no Brasil. A Anvisa [ Agência Nacional de Vigilância Sanitária] já está analisando o material recebido da fabricante, a Merck Sharp Dohme”, disse Luisa Villa, do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer. A pesquisadora coordenou os testes realizados no Brasil, que envolveram, na fase clínica, 25 mil voluntárias. :: LEIA MAIS »

Anvisa adverte sobre o uso de medicamentos

da Anvisa

É importante observar o prazo de validade dos medicamentos.

O uso de medicamentos unicamente não garante a promoção da saúde. Todo medicamento envolve riscos ao ser consumido, por isso esses produtos devem ser usados de maneira racional. Leia algumas dicas do Ministério da Saúde para o uso racional desses produtos:

– Todo medicamento deve ter um registro do Ministério da Saúde. Caso não tenha, deve ser levado ao serviço local de vigilância sanitária.
– Não utilize medicamentos vencidos, nem embalagens velhas.
– Cápsulas não devem ser abertas.
– Comprimidos não devem ser partidos, apenas se o médico recomendar.
– Obedecer sempre os horários para ingestão indicados pelo médico na receita.
– A bula também indica a quantidade, quantas vezes ao dia e por quanto tempo deve ser utilizado.
– Não tirar os medicamentos da caixa e sempre guardar as bulas.
– Os medicamentos devem ser guardados longe da luz, umidade e do calor.
– Respeitar a temperatura de armazenamento.
– Caso verifique algum efeito adverso, deixe de tomar e relate ao profissional que lhe recomendou.
– Se possível relate o efeito adverso a um serviço de Farmacovigilância.

Anvisa decide dose máxima de sibutramina que médico pode prescrever

da Veja Online

Médico poderá receitar, no máximo, 15 miligramas diários aos pacientes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. Em março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.

Com a mudança, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.

Mas a resolução de março não especificou o tempo máximo de tratamento que poderia ser informado na receita. Até a resolução RDC n.º 25/2010, divulgada ontem, o período da terapia era de, no máximo, 30 dias. Foi ampliado para 60 dias. “A decisão foi acertada”, afirma Rosana Radominsk, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Anvisa impõe regras para propaganda de alimentos com excesso de açúcar e gordura

de O Globo.com

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou resolução, publicada no Diário Oficial do último dia 29, que estipula regras pesadas para propaganda de alimentos que contenham excesso de açúcar e gordura, como biscoitos, bolachas, sorvetes, refrigerantes e outras bebidas de baixo teor nutricional e também muito açúcar. A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) informou que irá contestar na Justiça a medida adotada.

Os fabricantes terão seis meses, a partir desta terça-feira, para incluir alertas destacando nas peças de propaganda o risco de obesidade, cárie dentária, doenças do coração e risco de pressão alta. :: LEIA MAIS »

Propagandas de bebidas e alimentos terão novas regras

da Agência Estado

Em no máximo seis meses, as propagandas de bebidas com baixo teor nutricional e de alimentos com elevadas quantidades de açúcar, de gordura saturada ou trans e de sódio vão mudar. Esse é o prazo que as empresas têm para se adequar à resolução publicada hoje no Diário Oficial. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a decisão estabelece novas regras para a publicidade e a promoção comercial desses alimentos. O objetivo é proteger os consumidores de práticas que possam, por exemplo, omitir informações ou induzir ao consumo excessivo.

“O consumidor é livre para decidir o que comer. No entanto, a verdadeira liberdade de escolha só acontece quando ele tem acesso às informações daquele alimento, conhece os riscos para a sua saúde e não é induzido por meio de práticas abusivas”, afirma a gerente de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa, Maria José Delgado. :: LEIA MAIS »

Anvisa quer tornar venda de antibióticos no País mais rígida

da Agência Brasil

Segundo a OMS, mais da metade das prescrições mundiais de antibióticos são inadequadas; uma das mudanças é tornar obrigatória apresentação de duas vias da receita para compra

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu nesta sexta-feira (18) consulta pública sobre a proposta que prevê normas mais rígidas para a venda de antibióticos no País. Uma das mudanças é tornar obrigatória a apresentação de duas vias da receita médica no momento da compra do remédio – uma via ficaria retida na farmácia ou drogaria e a outra seria devolvida ao paciente com carimbo do estabelecimento.

Atualmente, basta apresentar a receita para comprar o antibiótico. As embalagens e bulas também passariam a ter a frase: “Venda sob prescrição médica – Só pode ser vendido com retenção da receita”.

Com as regras mais rígidas, a Anvisa quer aumentar o controle no comércio desses medicamentos e reduzir a resistência bacteriana no País. Em 2009, a venda de antiobióticos movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão no Brasil. :: LEIA MAIS »

MP quer proibir no Brasil agrotóxico banido em 60 países

da Agência Estado

São Paulo – O Ministério Público Federal vai ingressar na segunda-feira com uma ação civil pública para proibir o uso do agrotóxico endossulfam no Brasil. O produto, altamente tóxico, já foi banido em 60 países e é considerado pela própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como nocivo à saúde. Mesmo assim, continua sendo usado na lavoura.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o Brasil importou 1,84 milhões de quilos de endossulfam em 2008. No ano passado, o número saltou para 2,37 milhões de quilos. :: LEIA MAIS »

Produtos biológicos deverão seguir normas da Anvisa

de A Crítica

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu na última semana a consulta pública nº 49/2010 sobre os requisitos mínimos para o registro de produtos biológicos. O objetivo é garantir a qualidade, segurança e eficácia destes medicamentos.

São exemplos de medicamentos biológicos as vacinas, soros, hemoderivados e aqueles obtidos a partir de fluidos ou tecidos de origem animal, entre outros. A proposta abrange tanto os medicamentos biológicos já comercializados no país quanto os produtos novos.

O documento aponta os procedimentos, testes e documentação necessários para o registro desses produtos. Entre as novidades proposta está a possibilidade das empresas desenvolverem novos biológicos por meio de comparabilidade com os produtos já existentes no mercado, o que poderá aumentar a disponibilidade desse tipo de medicamento no mercado.



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