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:: ‘ANS’

Ministério da Saúde quer planos de saúde mais acessíveis

DA REDAÇÃO

Ofício foi enviado à ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa que recebeu ofício do Ministério da Saúde com o encaminhamento de sugestões visando tornar a contratação de plano de saúde mais acessível à população.

ANS disponibiliza número de beneficiários de planos de saúde relativos a dezembro

Dados divulgados pela própria agência evidenciam que em um ano – comparando dados de dezembro de 2015 com dezembro de 2016 – o número de beneficiários em planos de assistência médica registrou queda de 2,8% (cerca de 1,4 milhão). :: LEIA MAIS »

Com novas regras, planos de saúde não precisam pagar cesarianas agendadas

DA AGÊNCIA BRASIL

Planos de saúde não precisarão mais pagar por cesarianas agendadas

As novas regras de estímulo ao parto normal para os associados aos planos de saúde, divulgadas nesta semana, preveem que as operadoras não serão mais obrigadas a pagar por cesarianas desnecessárias.

Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) julgar que esta é a opção pela saúde da mulher e do bebê, movimentos feministas e o Conselho Federal de Medicina acham que a nova regra fere a autonomia da mulher na escolha do parto.

O diretor adjunto da diretoria de produtos da ANS, João Barroca, acredita que o direito à escolha deve ser relativizado diante do direito à saúde. “Ninguém vai contra a cesariana, desde que haja indicação do procedimento cirúrgico.

A opção é pelo direito à saúde”, defendeu Barroca. Para ele, aos poucos, a cultura do parto natural ganhará mais força no Brasil. As operadoras de plano de saúde apoiaram as novas regras. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde terão de custear remédios contra efeitos de quimioterapia

DO ESTADÃO Operadoras de saúde agora estão obrigadas a custear para seus usuários medicamentos para controlar efeitos colaterais de quimioterapia. A determinação, de efeito imediato, foi publicada nesta segunda-feira (12), pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A obrigação vale para oito grupo de medicamentos, que devem ser indicados de acordo com diretrizes, também publicadas na resolução da ANS.

A nova regra completa uma medida que entrou em vigor em janeiro deste ano, quando o tratamento de câncer com medicamentos via oral foi incluído no rol de procedimentos da ANS — lista com tratamentos, exames de diagnóstico, cirurgias e consultas que operadoras são obrigadas a garantir para seus clientes. De acordo com a ANS, a distribuição dos medicamentos indicados para efeitos colaterais ficará a critério das operadoras de saúde, uma lógica que já é adotada para fornecimento de remédios via oral para tratamento de câncer. A estratégia pode ser centralizada (com distribuição direta para paciente, feita pela própria operadora), por meio de farmácia conveniada ou por reembolso — o paciente compra o medicamento e depois recebe o ressarcimento da empresa. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde têm de divulgar qualificação da rede credenciada

DA AGÊNCIA BRASIL

A partir desta sexta-feira (21), as operadoras de planos de saúde têm obrigação de divulgar informações sobre a qualificação dos profissionais e dos serviços da rede credenciada. Se um médico tem especialização ou se um hospital tem algum tipo de certificado, por exemplo, o livro do convênio e a página da operadora na internet deverão ter o ícone relativo a esses atributos nas listas da rede prestadora de serviços de saúde.

A medida está prevista em uma resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que começa a valer nesta sexta-feira.

De acordo com a ANS, a medida visa a ampliar o poder de avaliação e de escolha dos beneficiários na hora de contratar um plano de saúde. A rede credenciada deve passar os dados de qualificação para a operadora, que divulgará a informação. Caso a empresa não siga as normas, poderá receber uma multa de até R$ 35 mil. As operadoras ficam responsáveis pela verificação dos dados repassados pela rede credenciada.úde

Sancionada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem medicamentos contra o câncer

DO ACESSEMED

No Diário Oficial desta quinta-feira (14) pudemos, finalmente, ver publicada a lei que obriga os planos de saúde a cobrirem despesas com medicamentos orais usados para tratamento domiciliar contra o câncer.

A medida já havia sido anunciada em forma de resolução normativa pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, em seguida, foi aprovada no Congresso. Conforme lista da ANS, os planos de saúde terão de assegurar aos seus clientes 37 medicamentos orais que são usados para 54 indicações de tratamento contra a doença.

O o presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), André Longo, negou impacto no preço dos planos individuais, familiares e coletivos. É esperar para ver!

Planos de saúde querem reajustar em mais de 530%

DE O TEMPO
POR JULIANA GONTIJO

 Pedido é para clientes coletivos, não regulados pela ANS

Operadoras de saúde chegam a pedir reajustes de até 538% para clientes de planos coletivos, segundo levantamento inédito do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Com base em ações judiciais interpostas na Justiça entre 2005 e 2013, a entidade constatou que o índice médio de reajuste deste tipo de contrato, que não é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), é de 82,21%. :: LEIA MAIS »

ANS incentiva empresas a dar descontos por hábitos saudáveis

DE O POVO ONLINE

POR HENRIETTE DE SALVI

Quem tem acima de 60 anos de idade paga mais nos planos de saúde. Mas a prevenção pode reduzir internações em 70%. A ANS tem incentivado as empresas do setor a dar descontos pela adoção de hábitos saudáveis

Maria Adélia Luz, médica aposentada, 83 anos de idade e pilates duas vezes por semana

Maria Adélia Luz é médica aposentada e completou 83 anos em 17 de setembro deste ano. A idade não fez com que ela se esquecesse a importância de cuidar da saúde. Duas vezes por semana ela se encontra com Juliana Medeiros Leitão, sua professora, e pratica 50 minutos de pilates. O método, criado por Joseph Pilates (que tinha raquitismo, febre reumática e asma e precisava encontrar uma forma de parar de sofrer bullying), é adotada por muitas pessoas que querem, como seu criador, manter a saúde para muito além dos 80. Adélia sabe que a prevenção é a chave do negócio. :: LEIA MAIS »

Médicos confirmam paralisação amanhã

DO DIÁRIO DO NORDESTE

POR GABRIELA RAMOS

Apesar do movimento, casos emergentes serão atendidos. Os planos ganharam 1,9 mi de clientes a mais em 2011

Mesmo com a indicação por parte dos planos de saúde de que a paralisação dos médicos não afetará o atendimento, as entidades médicas do Ceará reforçam que ela irá ocorrer amanhã – seguindo a tendência nacional.

Os pacientes que devem ser mais afetados são os com consultas e cirurgias marcadas para a data. Os casos emergentes serão atendidos normalmente, diz o presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), José Maria Pontes. O objetivo, destaca o presidente do Simec, é reivindicar contra os baixos honorários pagos e também contra a pouca autonomia na relação do médico com os pacientes. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde que negarem exames serão multados

DO CORREIO DA BAHIA

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a nova norma está prevista para começar a ser aplicada em janeiros de 2013

O convênio que negar a autorização para que o cliente realize exames ou outros procedimentos médicos deverá explicar, no prazo de até 48 horas, o motivo da negativa ou pagará multa de R$ 30 mil. A norma deverá começar
a valer em janeiro, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

De acordo com a agência, até outubro, a regra ficará em consulta pública, período no qual clientes, empresas e especialistas podem dar opiniões e sugerir mudanças. Depois disso, o órgão analisará as sugestões e aprovará a
regra, o que está previsto para janeiro. Segundo a ANS, a decisão de estabelecer prazos para que a operadora justifique a negativa foi um pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). :: LEIA MAIS »

ANS quer fim de abusos de plano coletivo pequeno

DA AGÊNCIA ESTADO

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer mudar as regras de reajustes de planos coletivos empresariais com menos de 30 beneficiários. A ideia é que, ao fazer o cálculo de reajuste, as operadoras de saúde agrupem todos os contratos pequenos como se fossem um único para diluir o valor entre eles. Atualmente, o cálculo de reajuste desses planos é feito individualmente para cada contrato e tem como base o índice de sinistralidade – o que, em caso de uso, provoca reajustes muito altos.

Foi o que aconteceu com a corretora de seguros Lilian Bernardo Guardino, de 33 anos. Ela adquiriu um plano empresarial com o marido e a filha em 2009. O problema foi que, pouco tempo depois, Lilian foi diagnosticada com linfoma e teve de fazer uma série de exames caros, além de quimioterapia, radioterapia e até cirurgia. Um ano depois, veio a surpresa: o reajuste foi de 49,93%. Doente, Lilian teve de aceitar o valor imposto porque não conseguiria mudar para outra operadora de saúde por ter uma doença pré-existente. :: LEIA MAIS »

Planos de saúde e SUS vão cobrir custos de reimplante de próteses mamárias de silicone rompidas

DO HNEWS

As mulheres com implantes de mama precisam procurar a rede de saúde pública. Anunciada ontem a decisão de forma conjunta pelo Ministério da Saúde, Anvisa e ANS

A substituição de próteses mamárias com ruptura das marcas Poly Implant Prothese (PIP) e Rofil será custeada pela rede pública de saúde e pelos planos de saúde, tanto para mulheres que fizeram cirurgia reparadora como para mulheres que passaram por procedimento estético. A decisão foi anunciada ontem, de forma conjunta, pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). :: LEIA MAIS »

ANS amplia cobertura mínima de planos de saúde; confira mudanças

DO TERRA

Desde 1º de janeiro, os planos privados de assistência médica devem garantir 69 novos procedimentos obrigatórios a seus segurados, segundo resolução publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em agosto de 2011.

Confira a lista de novos procedimentos obrigatórios

As operadoras tiveram cerca de cinco meses para se adaptar ao novo Rol de Procedimentos e Eventos de Saúde – lista dos procedimentos que devem ser obrigatoriamente oferecidos pelas empresas. Confira a seguir as principais mudanças:

Exames e cirurgias

Segundo a ANS, as principais mudanças são a inclusão de 41 novos tipos de cirurgias por vídeo, novos exames como de DNA (genes EGFR, K-RAS e HER-2) e exame para diagnóstico de câncer de mama. Além dessas inclusões, também foi ampliado o número máximo de consultas para nutricionistas, inclusão de tratamento tipo terapia imunobiológica (para reumatoide, artite, doença de cronh e espodilite) e novos tratamentos como implante de anel intraestomal, tratamento ocular quimioterápico e atiotomagrafia coronariana. :: LEIA MAIS »



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