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:: ‘Notícias’

Cientista do Equador clona vírus H1N1 para produzir vacinas

Fonte: Estadão.com.br

QUITO – O cientista equatoriano Washington Cárdenas anunciou que conseguiu clonar o genoma do vírus H1N1, que poderia facilitar a produção nacional de vacinas contra a gripe A, informou nesta terça-feira, 15, o canal TC-Televisão.

Cárdenas, catedrático da Escola Politécnica do Litoral, com sede na cidade de Guayaquil, estudou por vários meses o vírus da doença, que até novembro passado tinha causado a morte de 82 pessoas no país.

Os estudos do investigador, segundo a TC-Televisão, permitiriam determinar as bases moleculares do vírus H1N1 e o desenvolvimento de vacinas contra o vírus.Além disso, o cientista assinalou que seus estudos poderiam apoiar investigações para encontrar vacinas contra outras doenças causadas por vírus.

Álcool pode aumentar chance de recorrência do câncer de mama

de Reuters/Brasil Online

CHICAGO – Mulheres na menopausa que tomam três ou quatro doses semanais de bebida alcoólica têm uma chance significativamente maior de recorrência do câncer de mama, disseram pesquisadores dos EUA na quinta-feira.

O auto-exame das mamas regularmente é fundamental na detecção do câncer de mama

O auto-exame das mamas regularmente é fundamental na detecção do câncer de mama

De acordo com eles, mulheres diagnosticadas com câncer de mama devem considerar a ideia de limitar a três doses semanais o seu consumo de álcool, especialmente se estiverem acima do peso.

– Não encontramos qualquer elevação do risco em mulheres que consumiam menos de meia dose por dia. Não houve associação alguma com a recorrência do câncer – disse Marilyn Kwan, pesquisadora de Permanente em Oakland, Califórnia, que apresentou suas conclusões num simpósio da Associação Americana da Pesquisa do Câncer em San Antonio.

Outros estudos já haviam demonstrado que o uso de álcool pode agravar as chances de que a mulher desenvolva um tumor de mama, mas poucos haviam examinado o papel do álcool em mulheres que já haviam tido câncer de mama.

Kwan e seus colegas estudaram 1.900 mulheres no Registro do Câncer Kaiser Permanente do Norte da Califórnia, todas elas sobreviventes de tumores de mama invasivos em estágio inicial entre 1997 e 2000. As próprias mulheres relataram o seu nível de consumo de álcool.

As mulheres foram acompanhadas ao longo de oito anos. As que tomavam três a quatro doses semanais de bebida alcoólica tiveram um aumento de 30 por cento no risco de que seu câncer de mama voltasse.

Metade dessas mulheres consumia álcool em alguma quantidade, e o estudo as comparou a sobreviventes de câncer de mama que não bebiam. Quanto mais álcool as mulheres ingeriam, maior era a recorrência do câncer, disse Kwan.

De acordo com ela, outros estudos já haviam demonstrado que o álcool altera os níveis e ritmo de processamento do estrogênio no organismo. Como muitos tumores de mama são alimentados pelo estrogênio, ela supõe que um consumo moderado a intenso do álcool possa estar alimentando muitos casos da doença.

Para Kwan, reduzir o consumo de álcool após a menopausa seria uma decisão inteligente para as mulheres. Mais de 400 mil mulheres morrem de câncer de mama por ano no mundo.

Laboratório amplia testes de vacina contra dengue na América Latina

da France Presse

A Sanofi Pasteur, divisão de vacinas do grupo Sanofi-Aventis, anunciou nesta quinta-feira que prorrogará o programa de testes de vacinas contra a dengue na América Latina. Novos estudos serão realizados no México, Colômbia, Honduras e Porto Rico, como complemento a um teste prévio no México e ao que acontece atualmente no Peru.

“Nos anos 1960, a América Latina era considerada uma região quase livre de dengue. Mas desde então, a urbanização e as viagens contribuíram para que a doença voltasse a emergir rapidamente”, afirmou o doutor Roberto Tapia-Conyer, diretor geral do Instituto Carso de Saúde, citado em um comunicado do laboratório.

A dengue é uma doença tropical causada por um vírus transmitido por mosquitos e existem variedades distintas, sendo a hemorrágica a mais grave delas. O Sanofi Pasteur também realiza estudos clínicos em Cingapura, Tailândia e Vietnã.

Tamiflu não evita complicações da gripe, aponta análise

da Folha de S.Paulo

DEU VOGELGRIPPE TAMIFLUUma metanálise publicada no “British Medical Journal” mostrou que não existem evidências científicas suficientes para afirmar que o Tamiflu, medicamento produzido pela Roche, previne complicações derivadas da gripe sazonal, como uma pneumonia.

O trabalho avaliou 20 estudos e levantou a discussão entre os pesquisadores de que os governos federais não deveriam investir recursos exagerados na compra desse medicamento, já que não há comprovações consistentes de sua eficácia. Para eles, os resultados também colocam em dúvida a eficácia do medicamento contra a gripe A (H1N1).

Segundo o infectologista Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, os resultados são esperados. “O vírus comum adquire resistência ao remédio, pois é usado rotineiramente ao longo de anos em países desenvolvidos, e a eficácia é menor”, diz.

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