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:: 6/jun/2018 . 14:48

Estes 8 hábitos prejudicam a saúde da sua vagina

Nem tudo se resume à higiene íntima, acredite. Existem outros fatores que prejudicam a saúde da vagina e que facilmente passam despercebidos.

Para que saiba que hábitos deve evitar ou até mesmo perder, reunimos oito deles (comuns a muitas mulheres) que comprometem a saúde vaginal. Façamos um pequeno teste: Troca sempre de roupa interior após um treino? E depois de um mergulho, troca o biquíni ou fato de banho molhados por roupa seca? Se respondeu que não a ambas as perguntas (veja mais na galeria acima), saiba que está a colocar em risco a saúde da sua vagina.

Porquê? Um dos maiores inimigos da zona vaginal é o excesso de humidade. Promove o aparecimento de bactérias e fungos, levando facilmente a infeções e complicações nessa área do corpo. A estes erros juntam-se ainda outros – referidos na galeria acima -, igualmente promotores de problemas vaginais. Perceber o que se está a fazer de errado nem sempre é fácil, uma vez que se pensa estar a fazer o correto.

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Saúde mental de crianças e adolescentes exige atenção, dizem os médicos

Muitas vezes vistas de uma forma romântica como épocas mágicas e alegres, a infância e a adolescência são na verdade períodos de transformações físicas e comportamentais essenciais na formação da personalidade da pessoa, mas que podem trazer angústia e sofrimento. As mudanças que ocorrem nestes períodos da vida afetam não somente as crianças e os jovens, mas as pessoas à sua volta, exigindo muita atenção dos pais, familiares, professores e amigos para que o amadurecimento e formação da personalidade ocorra de forma saudável e natural.

“Existem formas distintas de manifestação da angústia e do sofrimento, desde comportamentos como ansiedade, agressividade e isolamento, até transtornos mais severos, como TDAH, anorexia, autismo, depressão e tentativas de suicídio. É um período onde muitas questões aparecem e, às vezes, as crianças não conseguem lidar com isso sozinhas. Até mesmo os pais não dão conta de dar o suporte adequado, sendo necessária a ajuda de um profissional”, explica Daniela Araújo, psicóloga e coordenadora do Núcleo Infantojuvenil da Holiste.

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