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:: 29/maio/2018 . 9:03

Dinheiro: Este é o maior motivador para largar o vício do tabaco, garante estudo

O dinheiro é rei e imperador entre os motivos que levam os fumadores a abandonar de vez o hábito do tabaco, sugere uma nova pesquisa norte-americana. “A melhor forma para incentivar alguém a deixar de fumar é oferecer-lhe dinheiro”, afirmou Scott Halpern, médico e professor na Universidade da Pensilvânia e coordenador daquele estudo, em declarações à publicação CBS News. A experiência científica, publicada no periódico The New England Journal of Medicine, observou 6,006 fumadores em 54 empresas, nos Estados Unidos.

Entre eles, os investigadores classificaram 1,191 deles como “dispostos a desistirem”, aos quais foram facultadas diferentes ferramentas para os ajudar na ‘batalha’. Um dos grupos recebeu literatura acerca dos benefícios de abandonarem o vicio, juntamente com encorajamento positivo – menos de 1% foi bem sucedido e deixou de fumar durante um período de seis meses. Um outro grupo recebeu ajuda em forma de pastilhas e adesivos, neste caso 2,9% largaram o vício. Já um terceiro grupo, recebeu cigarros eletrónicos (que vaporizam nicotina), num sabor à sua escolha, apenas 4,8% abandonaram os cigarros. Entretanto, dois outros grupos receberam um bónus extra: dinheiro.

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Inteligência artificial vence dermatologistas no diagnóstico de câncer de pele

Cientistas utilizaram 100 mil imagens de melanomas – o tipo mais agressivo de câncer de pele – para “treinar” uma rede neural convolucional (CNN, na sigla em inglês) a distinguir os tumores malignos e benignos.

A máquina é mais eficiente que os humanos na hora de descobrir se um paciente tem câncer de pele, de acordo com um novo estudo. A pesquisa, realizada por um grupo internacional de cientistas, comparou diagnósticos de câncer de pele feitos por dermatologistas experientes a diagnósticos que foram obtidos por um método de inteligência artificial – e concluiu que os médicos foram menos eficientes. Em um dos testes, os médicos detectaram com precisão 86,6% dos melanomas e o sistema de inteligência artificial conseguiu acertar 95% dos casos.

O novo estudo, publicado nesta segunda-feira (28) na revista científica Annals of Oncology, foi liderado por Holger Haenssler, professor do departamento de Dermatologia da Universidade de Heidelberg (Alemanha) e também teve participação de cientistas da França e dos Estados Unidos. Os cientistas utilizaram 100 mil imagens de melanomas – o tipo mais agressivo de câncer de pele – para “treinar” uma rede neural convolucional (CNN, na sigla em inglês) a distinguir os tumores malignos e benignos. As redes neurais são modelos computacionais inspirados no funcionamento do sistema nervoso central. A CNN é um tipo de rede neural bastante utilizada no processamento e análise de imagens digitais – ela é capaz de aprender com rapidez a partir de imagens e melhorar seu desempenho a partir desse aprendizado.

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