WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
;
o blog artigos curiosidades dicas qualidade de vida fale conosco
fevereiro 2016
D S T Q Q S S
« jan   mar »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
2829  

:: 12/fev/2016 . 8:49

Atividade física na infância pode afastar o risco de doenças cardiovasculares e sedentarismo na idade adulta

DO SEGS

O sedentarismo pode levar a doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto do miocárdio, além de ser considerado o principal fator de risco para a morte súbita

Em época repleta de diversões eletrônicas, é cada vez mais raro ver as crianças saírem para praticar exercícios. Sendo assim, o sedentarismo pode ser considerado um fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, inclusive as cardiovasculares. E para diminuir as probabilidades destes problemas, um estilo de vida mais saudável, aliado a prática de atividade física precisam ser adotados desde cedo.

As crianças devem ser estimuladas a partir do nascimento. Isso é fundamental para o desenvolvimento neuropsicomotor, além de reduzir as chances de diversas doenças. Os pais têm papel fundamental e podem ajudar a despertar o interesse da criança que, quando encorajada a praticar exercícios desde a infância, tendem a se tornar adultos mais ativos. :: LEIA MAIS »

Anvisa suspende distribuição do medicamento Fenitoína (Hidantal), usada no controle de epilepsia

DE A CRÍTICA, ACESSEMED E ANVISA

A Fenitoína não vem sendo distribuída em obediência a uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União de 8 de abril de 2015hidantal

A falta do medicamento Fenitoína, cuja distribuição está suspensa no Brasil desde abril, já começou a afetar a vida de quem necessita do remédio. A droga é utilizada principalmente no tratamento e controle de convulsão, epilepsia e nevralgia. Além da falta do medicamento nas farmácias do Sistema Único de Saúde (SUS), a substância também está em falta nas drogarias.

Em abril de 2015, a distribuição foi suspensa por conta de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que considerou “irregularidades detectadas em inspeção para verificação de Boas Práticas de Fabricação na empresa fabricante”.

O Ministério da Saúde ressalta que outros tipos de medicamentos podem ser utilizados no tratamento das crises convulsivas, conforme prescrição médica, e orienta que os pacientes procurem ajuda profissional para rever o tratamento. No entanto, não são todos que se adaptam à mudança de medicamento. Este é o caso da aposentada Almira Ferreira, de 70 anos. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia