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Ministério da Saúde disponibiliza curso sobre o vírus Zika

DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

O Ministério da Saúde disponibilizou esta semana o curso “Zika: Abordagem Clínica na Atenção Básica” para capacitar profissionais de saúde sobre o vírus. As aulas abordam suspeita, notificação, investigação e diagnóstico do Zika.

Qualquer interessado pode ter acesso ao curso, porém ele é destinado principalmente para profissionais de saúde que trabalham diretamente com os pacientes. Nas primeiras 72 horas de inscrições foram feitas mais de 8 mil matrículas.

Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. Os protocolos adotados pelo Ministério da Saúde também serão temas ensinados.

As inscrições devem ser feitas pelo site da UNA-SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017. O material foi elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de Saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Os módulos abordados são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. O treinamento trabalha com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.

A mesma plataforma também oferta outras quatro opções de capacitação voltadas para o combate ao Aedes aegypti, bem como para a atenção às doenças transmitidas pelo vetor, além do Zika, dengue e chikungunya.

Anel vaginal reduz em 30% risco de infecção por HIV em mulheres

DO 24 HORAS NEWS

Um anel vaginal contendo um novo microbicida reduz em cerca de 30% o risco médio de infecção com o vírus da HIV nas mulheres – é o que mostram os resultados de dois testes clínicos publicados na segunda-feira (22) na revista científica “New England Journal of Medicine”.

Estes resultados dão uma nova esperança a inúmeras mulheres com alto risco de infecção que precisavam de mais opções para se proteger de maneira eficaz contra o HIV”

Estes anéis, inspirados nos utilizados para a contracepção ou tratamentos hormonais, contêm o antiviral experimental dapirivina, que se espalha gradualmente. Eles devem ser trocados a cada mês.

O uso destes anéis apresenta um interesse particular para as mulheres dos países em desenvolvimento, onde as taxas de infecção por HIV são elevadas, e onde as mulheres têm mais dificuldade para convencer o parceiro a usar o preservativo, explicou a microbiologista Zeda Rosenberg, que comanda o centro International Partnership for Microbicides (IPM), ao apresentar o resultado dos estudos.

Ao todo, 4.588 mulheres HIV-negativas com idades entre 18 e 45 anos do Malawi, da África do Sul, de Uganda e do Zimbábue participaram dos dois testes clínicos de fase 3 chamados “The Ring” e “Aspire”, entre 2012 e 2015.

As mulheres que usaram o anel vaginal reduziram o risco de infecção pelo vírus da Aids de 27% a 31% comparativamente àquelas que usaram um placebo, afirmou o IPM.

Mais eficaz em mulheres mais velhas

E os anéis se mostraram claramente mais eficazes nas mulheres com mais de 25 anos, entre as quais reduziram o risco de infecção em 61% no estudo Aspire e em 37% no estudo The Ring.

Esta diferença se explica pelo fato de que as mulheres mais velhas usam estes anéis mais frequentemente, notam os pesquisadores.

“Estes resultados dão uma nova esperança a inúmeras mulheres com alto risco de infecção que precisavam de mais opções para se proteger de maneira eficaz contra o HIV”, ressaltou Rosenberg.

“As mulheres precisavam de um método discreto que agisse durante um longo período para se proteger contra o hiv, além de ser um método que elas possam controlar e desejam utilizar”, estimou Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) dos Estados Unidos, que financiou o teste Aspire.

Os resultados dos dois testes foram apresentados na conferência sobre os retrovírus e as infecções oportunistas (CROI) que ocorre esta semana em Boston (Massachusetts).

Cerca de 37 milhões de pessoas vivem com o hiv no mundo, dentre as quais mais da metade são mulheres – segundo o Instituto Nacional da Saúde (NIH) americano.

Filipinas começam primeira campanha de vacinação contra a dengue no mundo

DA EBC

Começa hoje (22) nas Filipinas a primeira campanha de vacinação contra a dengue no mundo. Segundo Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, empresa fabricante do produto, a aplicação será feita inicialmente pelos planos de saúde, mas o país pretende ampliar o atendimento para a rede pública.

Brasil, México, Paraguai e El Salvador já registraram a Dengvaxia, nome comercial do imunizante que será utilizado nas Filipinas, mas precisam resolver detalhes burocráticos para a comercialização. No Brasil, o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a vacina saiu no fim de dezembro. Falta agora a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos determinar o preço máximo de venda do produto no país, o que costuma acontecer, em média, três meses após o registro.

Segundo Sheila, o laboratório tem capacidade de produzire 100 milhões de doses por ano e pode fornecer a vacina para o Brasil imediatamente. A expectativa da empresa é que o imunizante comece a ser vendido no país no primeiro semestre de 2016.

A vacina contra a dengue da multinacional é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e protege contra os quatro tipos do vírus da doença. A promessa do fabricante é de 93% de proteção contra casos graves da doença, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra os quatro tipos de dengue. Segundo o laboratório, o imunizante deve ser aplicado em três doses, com intervalos de seis meses.

Novo exame de sangue detecta problemas cardíacos ‘ocultos’

DA BBC

Teste genético facilita diagnóstico de doenças cardíacas hereditárias que podem passar despercebidas e causar mortes súbitas.

Um novo exame de sangue pode ajudar a diagnosticar problemas cardíacos hereditários, de acordo com a British Heart Foundation.

Pesquisadores financiados pela instituição de caridade descobriram que, ao analisar um grupo específico de genes, conseguem detectar de forma segura problemas que paciente desconhecia.
Os testes genéticos até então disponíveis analisam um pequeno número de genes e só podem identificar condições específicas, o que implica em custos mais altos e tempo de diagnóstico maior – uma grande barreira para disponibilizar o teste nos sistemas públicos de saúde.

Mas, pesquisadores do Imperial College London e MRC Clinical Sciences Centre dizem que o novo teste, que analisa 174 genes, é mais rápido e confiável. O método, já disponibilizado em dois hospitais na Inglaterra, vem testando, com sucesso, cerca de 40 pessoas por mês.

Atividade física na infância pode afastar o risco de doenças cardiovasculares e sedentarismo na idade adulta

DO SEGS

O sedentarismo pode levar a doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto do miocárdio, além de ser considerado o principal fator de risco para a morte súbita

Em época repleta de diversões eletrônicas, é cada vez mais raro ver as crianças saírem para praticar exercícios. Sendo assim, o sedentarismo pode ser considerado um fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, inclusive as cardiovasculares. E para diminuir as probabilidades destes problemas, um estilo de vida mais saudável, aliado a prática de atividade física precisam ser adotados desde cedo.

As crianças devem ser estimuladas a partir do nascimento. Isso é fundamental para o desenvolvimento neuropsicomotor, além de reduzir as chances de diversas doenças. Os pais têm papel fundamental e podem ajudar a despertar o interesse da criança que, quando encorajada a praticar exercícios desde a infância, tendem a se tornar adultos mais ativos. :: LEIA MAIS »

Anvisa suspende distribuição do medicamento Fenitoína (Hidantal), usada no controle de epilepsia

DE A CRÍTICA, ACESSEMED E ANVISA

A Fenitoína não vem sendo distribuída em obediência a uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União de 8 de abril de 2015hidantal

A falta do medicamento Fenitoína, cuja distribuição está suspensa no Brasil desde abril, já começou a afetar a vida de quem necessita do remédio. A droga é utilizada principalmente no tratamento e controle de convulsão, epilepsia e nevralgia. Além da falta do medicamento nas farmácias do Sistema Único de Saúde (SUS), a substância também está em falta nas drogarias.

Em abril de 2015, a distribuição foi suspensa por conta de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que considerou “irregularidades detectadas em inspeção para verificação de Boas Práticas de Fabricação na empresa fabricante”.

O Ministério da Saúde ressalta que outros tipos de medicamentos podem ser utilizados no tratamento das crises convulsivas, conforme prescrição médica, e orienta que os pacientes procurem ajuda profissional para rever o tratamento. No entanto, não são todos que se adaptam à mudança de medicamento. Este é o caso da aposentada Almira Ferreira, de 70 anos. :: LEIA MAIS »

Colombianos encontram zika, dengue e chikungunya em um único paciente

DO G1

Homem que trabalha viajando foi atendido em hospital no norte do país. Apesar do receio de médicos, vítima se recuperou logo e não foi internada.

Um grupo de infectologistas colombianos registrou pela primeira vez a ocorrência simultânea de dengue, chikungunya e zika em uma mesma pessoa. É o primeiro caso relatado de coinfecção por três dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.

Conjuntivite em olho de paciente com zika, dengue e chikungunya (Foto: J. Infect. Public Health/divulgação) :: LEIA MAIS »



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