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:: 2/jan/2016 . 10:26

Alemanha torna Medicina do Trabalho mais abrangente

DA REDAÇÃO

(com informações da Euronews)

O papel dos médicos do trabalho está mudando significativamente. Na Alemanha, por exemplo, o doutor Wolfgang Panter defende uma intervenção cada vez mais centrada na prevenção. Trabalha no vale do Reno, uma região muito industrializada. A sua missão deixou de passar apenas por avaliar os riscos inerentes às atividades dos pacientes, mas também ajudá-los a prevenir doenças como diabetes ou a obesidade.

“Atendemos pacientes que, à primeira vista, parecem saudáveis. Mas, ao fazer o check-up, verificamos que afinal têm os valores de açúcar elevados, ou a pressão arterial. E é muito importante que os médicos do trabalho intervenham também a esse nível, até para dar uma ajuda ao sistema público de saúde”, considera.

A prevenção no local de trabalho representa uma mudança que tem reflexos a nível político e entre as seguradoras. Em janeiro, entra em vigor na Alemanha uma nova lei sobre cuidados de saúde preventivos no trabalho. O trabalhador passa a maior parte do seu tempo de vigília no local de trabalho, então, a busca por uma melhor condição de saúde deve partir daí. :: LEIA MAIS »

Cartilagem cultivada em laboratório poderá ‘reconstruir partes do corpo’

DO G1

Cientistas afirmam que em três anos será possível usar a cartilagem cultivada em laboratório para reconstruir partes do corpo (Foto: BBC)

Com impressora 3D, cientistas tentam recriar tecidos usando células humanas; com isso, seria possível reconstruir partes do corpo, como nariz e orelhas.

Pacientes que precisam de cirurgia para reconstruir partes do corpo, como nariz e orelha, poderão muito em breve fazer um tratamento usando cartilagem cultivada em laboratório, de acordo com cientistas britânicos. O processo envolve o cultivo de células de uma pessoa em uma incubadora. Essas células, então, são misturadas a um líquido e depois impressas em 3D no formato gelatinoso do órgão necessário.

Depois disso, coloca-se essa “gelatina” em uma incubadora novamente para que ela possa crescer novamente até que fique pronta. Pesquisadores em Swansea, no País de Gales, afirmam que a expectativa é poder usar esses “tecidos” criados em laboratório em humanos em torno de três anos. “Usando uma explicação simples, nossa ideia é recriar tecidos usando células humanas”, disse Iain Whitaker, cirurgião plástico que participa da pesquisa. :: LEIA MAIS »



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