DA AGÊNCIA ESTADO

Não querendo remunerar de maneira justa e digna os profissionais formados no país, o Governo Federal procura meios para contratar médicos de outros países, com formação e competência duvidosas.

governo brasileiro estuda alternativa para facilitar a validação de diplomas de Medicina obtidos no exterior.

O governo vem fazendo um esforço para atrair profissionais, especialmente os recém-formados, para o serviço público, tendo como objetivo atender a populações localizadas no interior do país e em regiões mais pobres.

Na seleção para PROVAB se inscreveram mais de 8.300 médicos. No entanto, a iniciativa vem sofrendo duras críticas de muitos profissionais e de entidades de classe da medicina.

O Brasil precisa ampliar o número de médicos a disposição da população. Já os médicos cobram do governo condições de trabalho nos postos e hospitais das regiões mais distantes do país.

Os problemas existem até mesmo em regiões mais centrais e desenvolvidas.

Em Maringá, por exemplo, o Hospital Universitário (HU), espera por recursos para a conclusão das obras do seu projeto original há mais de 20 anos.

Sem a área construída prevista (hoje são 10.300 m² de um total de 27.800m²), com pouco mais de 70 leitos para um conjunto que deveria somar 300 leitos, o HU que é a porta de entrada de urgências e emergências de uma região com quase 1 milhão de habitantes, improvisa seus corredores para atender os casos mais graves.

Uma vergonha que se arrasta, ano após ano, sem qualquer perspectiva de solução.